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Internautas defendem renda mínima para combater extrema pobreza - QR Code Friendly
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Segunda, 22 Fevereiro 2021 13:37

Internautas defendem renda mínima para combater extrema pobreza

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A enquete do portal da Assembleia Legislativa do Ceará questionou, na semana de 15 a 22 de fevereiro, se concordavam com criação da renda mínima para combater a extrema pobreza. Entre os participantes, 88,7% responderam sim,  enquanto outros 11,3% não acreditam na medida.

Para o deputado Renato Roseno (Psol), a implementação de programas de renda básica é uma necessidade urgente, em função do aprofundamento da pobreza e da desigualdade social. “Com a pandemia, os pobres ficaram mais pobres e vulneráveis. Os super-ricos ficaram ainda mais ricos. A população cearense precisa, portanto, de políticas públicas capazes de enfrentar esses problemas, distribuindo de forma mais equânime a riqueza social coletivamente produzida pela população, mas sempre apropriada por uma pequena elite egoísta”, avalia.

O deputado Acrísio Sena (PT) também concorda com a maioria dos participantes. Ele adianta que não só é favorável ao projeto de criação da renda mínima nacional, mas é autor de matéria em tramitação na Assembleia Legislativa, que propõe instituir a Renda Básica de Cidadania Estadual. “O momento histórico vivido pelo Brasil é extremamente grave, somando os efeitos da crise sanitária gerada pela pandemia, com um quadro econômico preocupante, com mais de 14 milhões de desempregados e com o País sem qualquer política de geração de emprego e renda por parte do governo Bolsonaro, que sequer quer renovar o auxílio emergencial de R$ 600,00. Quem tem fome tem pressa. A população precisa do auxílio no Estado neste momento desesperador”, defendeu.

O cientista político e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), João Paulo Bandeira, ao analisar o resultado da enquete, conclui que, em sua ampla maioria, as pessoas compreendem o papel fundamental do Estado na regulação nas relações socioeconômicas. “O credo liberal de que o mercado resolve tudo e que indivíduos devem lutar individualmente pela sua sobrevivência sem que haja apoio do Estado para isso é bastante rejeitada”, assinala.  Conforme esclarece, não há como combater a pobreza extrema sem que o estado crie mecanismos como políticas públicas sérias e duradouras que retirem as pessoas dessa situação. “Chamar isso de comunismo e socialismo, quando estamos falando do conceito de redistribuição de renda numa sociedade de mercado, é pura ignorância”, afirma.
LA/AT

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 201 vezes Última modificação em Sexta, 26 Fevereiro 2021 13:04

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