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Quinta, 05 Agosto 2021 15:56

Delegado Cavalcante rebate críticas ao Governo Bolsonaro

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Delegado Cavalcante rebate críticas ao Governo Bolsonaro Foto: Jose Leomar
O deputado Delegado Cavalcante (PTB) defendeu, durante o primeiro expediente da sessão plenária híbrida (presencial e remota) desta quinta-feira (05/08), a gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo ele, o Brasil está “indignado”, “revoltado” com o que chamou de “safadeza” contra o sistema democrático no Brasil. Para ele, o povo brasileiro e cearense foi às ruas neste último domingo de modo espontâneo para manifestar apoio ao voto impresso auditável. “Não teve dinheiro para irem às ruas”, considerou.

Na avaliação de Delegado Cavalcante, no Ceará, foi “proibido o tratamento precoce” contra a Covid-19 pelo sistema de saúde pública estadual, enquanto empresas privadas usaram os medicamentos. Para ele, se o tratamento precoce tivesse sido adotado, o Brasil teria registrado menos mortes pelo coronavírus.

O deputado salientou que o Governo do Estado não comprou vacina e que está investindo em uma reforma no estacionamento do palácio do governo. “O plano maquiavélico para carimbar o Bolsonaro de genocida não cola”, disse. Ele assinalou que políticos anteriores “acabaram com o Brasil”, pois, segundo ele, houve invasão nas universidades com “ideologias”, além de deteriorarem a saúde e a segurança. 

O deputado disse que está no Parlamento para “libertar o povo das armações malignas que envolvem muitos políticos”. Ele citou ainda supostas fraudes nas urnas, como suposta invasão de hackers nos equipamentos.

Delegado Cavalcante opinou que políticos querem continuar no poder porque não defendem o voto auditável e a aprovação do fundo eleitoral, que, segundo ele, poderia ter salvado mais vidas da morte por Covid-19.

O deputado avaliou ainda que o presidente Bolsonaro está tendo “paciência com o STF”, pois o tribunal não estaria atuando com imparcialidade em alguns casos.

Em aparte, o deputado Apóstolo Luiz Henrique (Progressitas) disse que ligou para a Secretaria da Saúde do Estado porque a vacina de sua mãe estava atrasada, entretanto a resposta não foi dada à família. O parlamentar informou ainda que a Secretaria da Educação do Estado não queria aceitar o acordo realizado na Assembleia Legislativa para não adoção da “ideologia de gênero” nas escolas estaduais. Para ele, querem criticar o Governo Federal, entretanto usam de “hipocrisia”.

Já a deputada Dra. Silvana (PL) opinou que o Supremo Tribunal Federal (STF) tentou interferir várias vezes no sistema democrático brasileiro. Para ela, fala-se que o presidente Bolsonaro pretende rasgar a Constituição Federal, entretanto, conforme a parlamentar, “quem tentou rasgar a Carta Magna foi o STF” e só tem democracia quando cada ente ou órgão fizer sua função. “A democracia está ameaçada pela interferência entre poderes”, assinalou.

LV/LF

 

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 324 vezes Última modificação em Quinta, 05 Agosto 2021 16:08

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