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Terça, 14 Novembro 2017 17:38

Grupo de estudos vai discutir alternativas de prevenção de homicídios entre jovens

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Grupo de estudos vai discutir alternativas de prevenção de homicídios entre jovens foto : Paulo Rocha
Oficializado em reunião da Plataforma de Centros Urbanos, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), iniciada segunda (13/11) e encerrada nesta terça-feira (14/11), na Assembleia Legislativa, o grupo de estudos contará com a participação de diferentes estados. O trabalho terá como foco a troca de experiências sobre a implementação de ações para prevenir homicídios na adolescência, como a construção de boletim epidemiológico das mortes violentas de jovens.

A experiência tem como base o Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência (CCPHA) e o boletim da Prefeitura Municipal de Fortaleza apresentado durante o primeiro dia do encontro. A iniciativa deve ser replicada por outras capitais como ferramenta para monitorar os índices de violência letal.

No encontro, o CCPHA lançou o relatório semestral de atividades do grupo, que apresenta o balanço atualizado das mortes de adolescentes no Estado: 709 meninos e meninas de 10 a 19 anos foram assassinados de janeiro a setembro de 2017 no Ceará, sendo 293 na Capital.

Além da construção de um boletim epidemiológico, a proposta é que as dez capitais que integram a Plataforma de Centros Urbanos possam desenvolver um protocolo intersetorial de atenção às famílias vítimas de assassinato e tentativa de homicídio, por meio de visitas sociais com questionário sobre as circunstâncias das mortes, e aprimorar o debate sobre a prevenção de homicídios no contexto do orçamento público.

O coordenador do Unicef no Ceará, Piauí e Rio Grande Norte, Rui Aguiar, disse ser salutar a atualização das informações sobre os adolescentes assassinados, uma vez que “o perfil dessas mortes é muito dinâmico”. O relator do Comitê pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, deputado Renato Roseno (Psol), reforçou a necessidade de políticas públicas direcionadas a adolescentes grávidas. De acordo com pesquisa de campo realizada pelo colegiado no ano passado, 55% dos meninos assassinados eram filhos de mulheres que engravidaram na adolescência.

Pesquisadores e técnicos que participaram do evento avaliaram que a implementação de um boletim epidemiológico deve ser uma das ferramentas para traçar o diagnóstico da violência nos territórios urbanos. A sugestão é que, somado ao boletim, haja um mapeamento dos serviços sociais prestados à população nos locais onde houve o fenômeno do homicídio: postos de saúde, escolas, centros de referência, entre outros.

Da Redação/Com Assessoria

 

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 112 vezes Última modificação em Terça, 14 Novembro 2017 18:10

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