ATA DA 25.ª (VIGÉSIMA QUINTA) SESSÃO SOLENE DA 4.ª (QUARTA) SESSÃO LEGISLATIVA DA 31.ª (TRIGÉSIMA PRIMEIRA) LEGISLATURA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ.
Às dezoito horas e trinta minutos de vinte e seis de março de dois mil e vinte e seis compareceram ao Teatro José de Alencar: a deputada eleita, diplomada e empossada para a Trigésima Primeira Legislatura do Estado do Ceará, Larissa Gaspar, e os deputados eleitos, diplomados e empossados para a Trigésima Primeira Legislatura do Estado do Ceará, De Assis Diniz, Guilherme Sampaio e Missias Dias; com o objetivo de realizar sessão solene como parte das comemorações dos 60 Anos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará – Secult Ceará, em atendimento a requerimento de autoria do deputado Missias Dias, subscrito pela deputada Larissa Gaspar e pelos deputados De Assis Diniz e Guilherme Sampaio, deferido pela Mesa Diretora.
As mestras de cerimônias da Secult Ceará, Ana Marlene e Lu Nunes assumiram a condução desta sessão solene e, enquanto anfitriãs do Teatro José de Alencar e com a colaboração dos integrantes do Cerimonial da Alece, anunciaram a abertura desta sessão solene e, ato contínuo, o deputado Missias Dias assumiu a presidência e deu continuidade aos trabalhos. Isto feito, o presidente Missias Dias convidou para aceder ao palco a deputada Larissa Gaspar, os deputados De Assis Diniz e Guilherme Sampaio; a secretária estadual da Cultura Luiza Cela; o ex-secretário da Cultura Fabiano Piúba; o presidente do Instituto Mirante, Thiago Santana; a presidente do Instituto Dragão do Mar; o deputado federal José Guimarães (PT/Ce); e os mestres da cultura e artistas cearenses de diversas linguagens a seguir denominados: o cantor e produtor musical Calé Alencar; Maria de Jesus dos Santos Gomes; Mestra Dona Mazé; o artista da dança Flávio Sampaio; a biblioteconomista Enide Maria Chaves Vidal; Mãe Zimá; Valéria Maria Silton Pinheiro; Raimundo Moreira da Costa; Ana Marlene Ferreira Lima, Karim Ainouz; Abdoral Jamacaru; Geraldo Amâncio Pereira; Marilene Ferreira Lima; Zé Moringa; Pai Marcos Amorim Ty’Odé e Mestre Lula.
De início, oitiva do Hino Nacional, interpretado por Lucas Bessa; imediatamente após, Hino do Estado do Ceará, nas vozes de Lucas Bessa e Luana Florentino.
As mestras de cerimônias Ana Marlene e Lu Nunes dividiram o palco e relataram fatos memoráveis da Secult Ceará, ressaltando que é a primeira Secretaria Estadual da Cultura criada no Brasil e que há mais de meio século cumpre a missão de formular, promover, gerir e assegurar os direitos culturais da população cearense; que é espaço público que protege os fazeres, as vivências e os conhecimentos que moldam a identidade do cearense, assimilando as transformações artísticas e culturais por seis décadas; que o investimento em políticas culturais é um motor que contribui ativamente para o desenvolvimento em áreas vitais como Educação, Segurança, Saúde, Economia, Cidadania e a manutenção dos direitos constitucionais de nossa gente e é, de fato, lugar de geração de novos horizontes, de cuidado coletivo e de emancipação de pessoas; que realiza o trabalho de articulação territorial com o fortalecimento da economia criativa e investimentos de ponta a ponta no Estado, que se concretizam na realização das ações planejadas, na atuação dos espaços culturais e no avanço do Sistema Estadual de Cultura, por meio de iniciativas como o Programa de Fortalecimento do Sistema Estadual - Pro-Siec, as transferências fundo a fundo e a execução dos orçamentos da Política Nacional Aldir Blanc - Pnab e da Lei Paulo Gustavo – LPG; e que é pilar fundamental que transforma vidas, garante desenvolvimento e promove a efetiva mudança social.
Na sequência, o presidente Missias Dias cumprimentou e agradeceu as pessoas pelo comparecimento a esta sessão solene ressaltando que a Secult Ceará desempenha papel estratégico na formulação, coordenação e execução das políticas públicas de cultura no Estado; que sua atuação transcende o fomento a atividades artísticas afirmando-se também como instrumento de promoção da identidade cultural e preservação do patrimônio histórico; que a produção cultural cearense caracteriza-se por forte diversidade cultural somada a expressões tradicionais como o cordel, o reisado, o maracatu e as manifestações populares do interior; que a Secult é responsável por estruturar editais, programas de incentivo e mecanismos de financiamento que democratizam o acesso aos recursos públicos, garantindo descentralização e inclusão, além de gerir equipamentos culturais estratégicos, promover a valorização de mestres e mestras da cultura, salvaguardar o patrimônio material e imaterial e impulsionar a tradição municipal com o Sistema Nacional de Cultura; que é órgão essencial para difusão e prática da cidadania cultural, para o fortalecimento da identidade cearense e para a dinamização de um setor que gera emprego, renda e projeção nacional do Ceará; e que os 60 anos da Secult são justos e merecidamente celebrados sobretudo pela contribuição imensurável para a vida e o desenvolvimento da sociedade cearense.
Dando continuidade, programação festiva organizada pela Secult protagonizada por artistas cearenses conforme sua identidade artística.
Nada mais havendo a tratar, o presidente Missias Dias encerrou a solenidade.