ATA DA 26.ª (VIGÉSIMA SEXTA) SESSÃO SOLENE DA 4.ª (QUARTA) SESSÃO LEGISLATIVA DA 31.ª (TRIGÉSIMA PRIMEIRA) LEGISLATURA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO CEARÁ.
Às nove horas e trinta minutos de vinte e sete de março de dois mil e vinte e seis compareceu ao Plenário 13 de Maio, o deputado eleito, diplomado e empossado para a Trigésima Primeira Legislatura do Estado do Ceará, Heitor Férrer.
Invocando a proteção de Deus, o presidente Heitor Férrer declarou aberta esta sessão solene em comemoração do Dia Mundial do Teatro e do Dia Estadual do Teatro Cearense, atendendo a requerimento de sua autoria, subscrito pelos deputados Almir Bié, Carmelo Bolsonaro, Lucílvio Girão e Sargento Reginauro, deferido pela Presidência.
O presidente Heitor Férrer convidou para compor a mesa o presidente da Academia Cearense de Teatro - ACT, Antônio Marcelo Gran Fort; o coordenador da Coordenadoria de Políticas para as Artes – Coarte, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará - Secult, Leandro Maciel, representando o governador Elmano de Freitas; o diretor de honra da Academia Cearense de Cinema, Marcus José Fernandes de Oliveira; a atriz e diretora de cinema, Francinice Campos, representando as pessoas homenageadas, e a atriz e produtora Mazé Figueredo, representando o Teatro Mosaico do Programa de Ação Integrada do Idoso - PAI.
De início, oitiva do Hino Nacional, seguida da exibição de vídeo institucional da Alece.
O mestre de cerimônias Paulo Leme informou que o Dia Mundial do Teatro é comemorado em 27 de março e que o Dia Estadual do Teatro Cearense se comemora no primeiro sábado de abril, conforme Lei Estadual N.º18.167/2022; que o teatro é fundamental na formação cultural e social desde os primórdios da humanidade; que proporciona a representação da realidade e funciona como espaço de reflexão, crítica e sensibilização humana; que o teatro cearense tem tradição e se origina na produção intelectual cearense a partir do século XIX, com destaque para as obras literárias de José de Alencar, e do século XX, com nomes como Carlos Câmara e Eduardo Campos; que a herança intelectual adaptada às artes cênicas permanece viva na interpretação de artistas contemporâneas, como Carri Costa, Fernanda Quinderé e Ricardo Guilherme, que mantém o teatro cearense ativo, criativo e comprometido com suas funções cultural e social.
O presidente Heitor Férrer cumprimentou as pessoas presentes e argumentou que o teatro é, desde as suas origens mais remotas, uma das formas mais completas de expressão da alma humana; que o teatro nasce da necessidade de compreender a vida, de dar forma às emoções e de compartilhar experiências coletivas, sendo ao mesmo tempo espelho e criação; que é espaço de encontro entre o individual e o coletivo onde as grandes questões humanas ganham corpo e voz; e que o teatro cearense pulsa com identidade própria, dialoga com o cotidiano tanto através do humor peculiar do nosso povo quanto em montagens de forte carga dramática.
Na sequência, interpretação de Helenira Limaverde do poema “O Chapéu Violeta”, de autoria controversa, seguida de leitura de textos avulsos de Castro Alves e de trechos de “I Juca Pirama”, de Gonçalves Dias, na voz de Jair Freitas.
Ato contínuo, o presidente Heitor Férrer entregou os certificados às pessoas homenageadas.
Antonio Marcelo Gran Fort parabenizou e agradeceu à Alece pelo reconhecimento ao teatro cearense; revelou que o privilégio da sua existência é fazer teatro e que a arte diz o essencial para a sociedade; que sem arte não há civilização possível, considerando que a arte tem potencial de lapidar e ressignificar a existência humana.
Por fim, o cantor lírico Franklin Dantas interpretou trovas de Alberto Nepomuceno e Joaquim Osório Duque Estrada.
Por fim, oitiva do Hino do Estado do Ceará interpretado pelo tenor Franklin Dantas.
Nada mais havendo a tratar, o presidente Heitor Férrer encerrou a solenidade.