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Cláudio Pinho afirma que insegurança voltou a rondar o Ceará após as eleições

Por Luciana Meneses
28/10/2026 10:56 | Atualizado há 1 dia

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Cláudio Pinho afirma que insegurança voltou a rondar o Ceará após as eleições - Foto: Junior Pio

O deputado Cláudio Pinho (PSDB) afirmou que a insegurança voltou a rondar o Ceará após as eleições. A alegação foi feita durante seu pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará desta quarta-feira (28/10). 

Segundo o parlamentar, assassinatos, ataques a estabelecimentos comerciais e outras ações do crime organizado voltaram a aterrorizar a população cearense. “Voltamos a ver reportagens sobre assassinatos, ataques a provedores de internet, uma fila de pessoas com garrafão de água na mão, a fim de garantir água por um preço baixo antes que as facções aumentem. Parece que até o dia da eleição estava tudo bem e, depois que passou, a realidade bateu à nossa porta”, relatou. 

Para Cláudio Pinho, faz-se  urgente uma ação imediata do secretário de Segurança. “As pessoas continuam sendo expulsas de suas casas. Estabelecimentos comerciais fechados. Provedoras de internet atacadas. E eu clamo a esta Casa que também se mobilize, para que busquemos uma solução. O povo não aguenta mais”, declarou. 

O deputado fez um apelo ainda a toda a população para controlarem os ânimos, uma vez que as eleições já passaram. “É muita intolerância nas ruas. Um colega nosso aqui da Alece foi destratado em um estabelecimento comercial por estar vestindo uma camisa vermelha. No Pecém, a presidente do PL teve sua casa invadida por homens encapuzados, que roubaram algumas coisas só para dar a desculpa, mas deixaram o recado de que aquilo aconteceu por ela estar do lado de Bolsonaro”, criticou.

Na visão do parlamentar, a atenção deve estar no que vem acontecendo no Brasil todo. “Nosso país está apodrecendo e estamos sem rumo. Vorcaro envolveu todos os poderes. Estamos entrando numa das piores crises econômicas. Litro da gasolina custando quase R$ 9,00. O poder de compra do brasileiro cada vez menor. Sou um defensor da democracia, do respeito às instituições, da independência dos poderes. E, principalmente, o respeito ao pensar e liberdade para agir. Vamos olhar para o que realmente importa”, defendeu. 

Edição: Gleydson Silva

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