Eliane Novais cobra tramitação de matéria que cria vagas para o TCM
Por ALECE26/08/2014 14:38 | Atualizado há 9 meses
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Em pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (26/08), a deputada Eliane Novais (PSB) apelou à Mesa Diretora que coloque em tramitação matéria que cria 50 vagas para o cargo de analista do Tribunal de Contas dos Municípios.
De acordo com a parlamentar, os concursados, presentes no hall da AL para reivindicar as vagas, prestaram concurso em 2010 e, até o momento, não foram convocados. “O concurso perde a validade esta semana. Precisamos votar essa matéria com urgência”, defendeu.
Para Eliane Novais, a criação das 50 vagas é uma questão de justiça. “Temos que dar chance a eles, que se comprometeram com o estudo para criar essa oportunidade. Eles têm o direito de entrar naquele Tribunal pela porta da frente”, afirmou.
Ainda em seu depoimento, Eliane Novais criticou declaração do presidente Estadual do PT, Francisco de Assis Diniz, veiculada em rede social, sobre a candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, e leu nota de repúdio redigida pelas lideranças do PSB. A deputada também cobrou uma retratação pública de Francisco de Assis, assim como um posicionamento por parte dos parlamentares filiados à legenda no Ceará.
Os deputados Osmar Baquit (PSD) e Ely Aguiar (PSDC) também criticaram a declaração do petista. Osmar Baquit a qualificou como “inoportuna e desnecessária”. Já Ely Aguiar alertou para a importância de não generalizar. “O PT tem seus aloprados, mas também tem muita gente boa, equilibrada e de credibilidade”, defendeu.
Também em aparte, os deputados Roberto Mesquita (PV) e João Batista (Pros) apoiaram a reivindicação de Eliane Novais para que seja votado o projeto que cria vagas de analista do TCM. Roberto Mesquita ressaltou que o Tribunal carece de técnicos, e que já há um entendimento entre os envolvidos quanto à criação dessas vagas. “Só falta votarmos o projeto, para fazermos justiça aos que conquistam suas vitórias pelo estudo, em detrimento dos privilegiados que sobem na vida por apadrinhamento”, frisou.
Para João Batista, “se o prazo vencer, serão gastos muito mais com a realização de um novo concurso”.
PE/AT
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