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Ely aponta sensação de insegurança da população com aumento da violência

Por ALECE
12/08/2014 15:23 | Atualizado há 9 meses

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Dep. Ely Aguiar ( PSDC ) Dep. Ely Aguiar ( PSDC ) - foto: Máximo Moura

O deputado Ely Aguiar (PSDC) voltou a destacar, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (12/08), o aumento dos índices de violência registrados no Estado do Ceará.

O parlamentar citou, como evidências da sensação de insegurança vivida pela população cearense, o assalto a duas agências bancárias por grupos armados na madrugada desta terça-feira, no município de Itapiúna, e o assassinato, em Fortaleza, do vigilante de uma escola e do comerciante coreano que vendia produtos na Feira Central.

“Sabemos dos investimentos do Governo do Estado para reduzir a criminalidade e a onda de assaltos e homicídios. Porém, a cada ano que passa vemos um aumento dessas modalidades de crime, o que nos faz atingir, em termos de segurança pública, o fundo do poço, com muito investimento e pouco efeito”, destacou o parlamentar.  

SOLIDARIEDADE

Ely Aguiar, em seu pronunciamento, informou ainda que a Associação Cearense de Magistrados (ACM) está realizando manifestação de desagravo, no Fórum Clóvis Beviláqua, em apoio à juíza Marlúcia Bezerra, da 17ª Vara Criminal de Fortaleza. A magistrada teria denunciado que presos estão sendo soltos no Ceará, por não comparecerem às audiências de instrução.

Segundo o parlamentar, a alegação dos magistrados é de que a Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado (Sejus) não está conduzindo os presos para as audiências, o que provoca excesso de prazo na formação da culpa, o que torna a prisão ilegal.

Em aparte, o líder do Governo na Casa, deputado José Sarto (Pros), esclareceu que desde 2012 existe um convênio entre o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) e a Sejus, que determina, de acordo com a portaria 58/13, que todas as varas criminais, por determinação do Tribunal de Justiça, devem se reportar a Central Integrada de Apoio à Área Criminal (CIAAC). “Neste caso reivindicado, a juíza fez a requisição diretamente, sem passar por essa Comissão, por isso existe o problema”, pontuou Sarto.

RG/CG

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