Felipe Mota lamenta tragédias causadas por fortes chuvas no Maciço do Baturité
Por Giovanna Munhoz21/03/2023 11:58 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Felipe Mota (União) assinalou, durante a sessão plenária presencial e remota da Assembleia Legislativa desta terça-feira (21/03), as fortes chuvas que deixaram pessoas desalojadas, feridas e mortas na região do Maciço do Baturité. A tragédia aconteceu na quinta-feira (16/03) e a Defesa Civil permanece na área fazendo trabalho preventivo.
Segundo o parlamentar, Aratuba já recebeu chuva suficiente para de março inteiro. “Foram 74 milímetros de chuva em 35 minutos. Meu telefone não parou de tocar. As Pessoas estavam apavoradas”, assinalou.
Felipe Mota salientou que o escoamento de água não estava preparado e cobrou que a Casa pudesse acompanhar tudo o que está sendo feito. “O que aconteceu no Maciço do Baturité pode ocorrer em qualquer canto.Deslizamentos por conta de construções desordenadas e falta de fiscalização. Esses problemas precisam ser colocados na pauta de debate da Assembleia”, explicou.O parlamentar solicitou também minuto de silêncio pelas vítimas da tragédia ocorrida por conta das fortes chuvas no Maciço do Baturité.
O deputado cobrou ainda que o governador Elmano Freitas exonere o secretário executivo do Trabalho e Empreendedorismo, Cláudio Bezerra Saraiva. “Peço a legalidade. Que seja cumprida a lei. O senhor Cláudio Bezerra é ficha suja e meu partido já entrou com denúncia pedindo a exoneração”, apontou.
Em aparte, o deputado Stuart Castro (Avante) se solidarizou com as famílias enlutadas por conta das chuvas e explicou a necessidade dos municípios se unirem com o Governo para a resolução dos problemas.
O deputado De Assis Diniz (PT) também se solidarizou coma s famílias enlutadas. Já o deputado Sargento Reginauro (União) cobrou explicações da ex-secretária da Fazenda do Estado do Ceará, Fernanda Pacobahyba, que se referiu aos auditores fiscais como “bitolados” ou “corruptos”. “A ex-secretária precisa vir a público e se explicar. Me solidarizo com os auditores fiscais”, disse.
Edição: Adriana Thomasi
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