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Larissa Gaspar critica instalação de novas catracas em ônibus de Fortaleza

Por Vanessa Madeira
20/04/2023 11:18 | Atualizado há 9 meses

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Deputada Larissa Gaspar (PT) Deputada Larissa Gaspar (PT) - Foto: Junior Pio

A deputada Larissa Gaspar (PT) criticou, durante o primeiro expediente da sessão plenária presencial e remota da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (20/04), a instalação de novas catracas nos ônibus de Fortaleza. 

Após reclamações de passageiros e intervenção do Ministério Público do Estado do Ceará, a Empresa de Transporte Urbana de Fortaleza (Etufor) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus) anunciaram, na quarta-feira (19/04), a suspensão da instalação de equipamentos mais altos em 40% da frota de veículos.

“Quem anda de ônibus deve ter percebido o quanto é dificultoso passar por aquelas catracas. E não foi falta de reclamação. Todo mundo denunciou essa maldade, mas o prefeito não nos deu ouvidos”, afirmou, acrescentando que os parlamentares já haviam condenado a mudança. 

Larissa Gaspar destacou que entrará com um requerimento solicitando a desinstalação dos equipamentos em toda a frota. Ela também criticou as atuais condições do transporte público da Capital cearense. 

“Fortaleza tem uma frota velha e ruim. Teve aumento de passagem, o maior da história, e passado mais de um mês, dos 1.300 veículos, apenas 27 tiveram ar-condicionado instalado”, comentou. 

A parlamentar também voltou a reprovar a taxa de lixo. “Estamos acionando o Poder Judiciário para que a taxa seja revogada. Não tem justificativa. O orçamento de Fortaleza tem mais de R$ 365 milhões para custear a limpeza urbana”, assinalou. 

Os supostos ataques a servidores da Agência de Fiscalização de Fortaleza também foram apontados pela deputada. De acordo com Larissa Gaspar, funcionários estariam sofrendo transferências arbitrárias e retiradas de gratificação por parte de gestores. “Sob sol ou sob chuva, são esses profissionais que estão na rua para garantir que os espaços públicos estejam ordenados, que o comércio funcione dentro das normas de regularidade. Deveriam ser valorizados”, acrescentou.

Edição: Adriana Thomasi

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