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Renato Roseno pede investigação sobre o Acquario Ceará

Por ALECE
19/02/2015 14:28 | Atualizado há 10 meses

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Dep. Renato Roseno (Psol) Dep. Renato Roseno (Psol) - Foto: Máximo Moura

O deputado Renato Roseno (Psol) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (19/02), a reunião, marcada para a próxima quarta-feira (25/02), do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado (MPE), para tratar do desarquivamento dos inquéritos que apontam supostas irregularidades na construção do Acquario Ceará.

Segundo o parlamentar, o empreendimento conta com nove processos instaurados pelo Ministério Público Estadual, pelo Ministério Público Federal e pela sociedade civil, os quais questionam a sua construção e cobram uma fiscalização forte da obra.

“Esta obra está recheada de indícios de ilegalidade e improbidade. Esperamos que o Ministério Público Estadual cumpra o seu mister constitucional de fiscalizar a lisura das obras e dos feitos do Poder Público”, salientou Roseno.

O deputado também comentou sobre a situação das famílias que foram desapropriadas por conta das obras de construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que cobram do Governo do Estado demandas como o direito à informação; o reajuste do aluguel social; o reajuste das indenizações; e a construção de unidades habitacionais em terrenos próximos ao VLT.

“Estou solicitando a realização de uma audiência pública na Assembleia para que estas pessoas possam dialogar de forma franca, com secretários de Infraestrutura e do Metrofor sobre esses quatro pontos”, informou o parlamentar.

Em aparte, o vice-líder do Governo na Casa, deputado Júlio César Filho (PTN), esclareceu que há um pedido de desarquivamento dos inquéritos em relação aos processos contra as obras de construção do Acquario Ceará, para avaliar se existem ou não irregularidades na construção do empreendimento.

Em relação às desapropriações do VLT, Júlio César Filho ressaltou que o então governador Cid Gomes foi pessoalmente conversar com moradores afetados pela obra e receber suas demandas, e que o diálogo segue aberto no atual Governo.
RG/AT                

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