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De Assis Diniz comemora aprovação de PEC que reduz jornada de trabalho no Brasil

Por Narla Lopes
15/10/2026 11:06 | Atualizado há 8 horas

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De Assis Diniz (PT) De Assis Diniz (PT) - Foto: José Leomar

O deputado De Assis Diniz (PT) comemorou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) desta quinta-feira (15/10), a aprovação, no Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e põe fim à escala 6x1. 

O parlamentar destacou os impactos da redução da jornada para os trabalhadores, especialmente para as mulheres, e ressaltou a importância da mobilização histórica da classe trabalhadora. “Nós tivemos a tão sonhada redução da carga horária, da jornada de trabalho, de peso no ombro dos trabalhadores, que agora poderão ter uma escala de cinco dias de trabalho e dois dias de folga. Essa é uma conquista memorável”, afirmou.

Ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), De Assis Diniz relembrou sua atuação no movimento sindical e as mobilizações em defesa dos direitos trabalhistas, entre elas a Marcha dos 100 Mil, em Brasília. Ele também recordou a luta histórica pela redução da jornada semanal para 40 horas e destacou as políticas de valorização dos trabalhadores do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O deputado chamou a atenção ainda para a realidade das mulheres que conciliam o emprego com as responsabilidades domésticas e os cuidados com os filhos. Segundo ele, muitas enfrentam jornadas duplas ou triplas, sem a devida valorização remuneratória. Para De Assis Diniz, a redução da jornada representa um avanço diante dessa realidade.

De Assis Diniz também manifestou solidariedade à deputada Jô Farias (PT) e ao prefeito de Horizonte, Nezinho Farias. Durante a sessão, a parlamentar repudiou o que considerou atos de intimidação e perturbação do sossego durante uma manifestação política realizada na noite dessa quarta-feira (14/10), em Horizonte.

Ao comentar o episódio, o deputado afirmou que divergências políticas não justificam desrespeito à privacidade das famílias nem agressões morais contra representantes públicos. “Recebam nosso abraço e nossa solidariedade”, declarou.

Edição: Vandecy Dourado

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