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Redes sociais são usadas por 77% dos internautas que votam na enquete da AL

Por ALECE
21/01/2013 15:15 | Atualizado há 9 meses

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Cerca de 77% por cento dos internautas que  responderam a enquete do Portal da Assembleia Legislativa afirmaram que são adeptos ao uso de redes sociais por meio da Internet.  No entanto, 10,8 % confessaram que não usam essa ferramenta de comunicabilidade, por considerar o meio muito invasivo, e outros 12,3% também não fazem uso das redes sociais por considerarem que há formas mais “eficientes de se trocar ideias”.

O deputado Heitor Férrer (PDT) está entre os parlamentares que fazem uso das redes sociais Twitter e Facebook. Segundo ele, essas ferramentas são hoje praticamente imprescindíveis para a efetivação do mandato legislativo, porque facilitam a integração com a sociedade. Ele observa ainda que Facebook e Twitter permitem que a comunidade também sugira ações e cobre de seus representantes os compromissos assumidos durante as campanhas.

O deputado Paulo Facó (PTdoB) também é usuário do Facebook e do Twitter. De acordo o parlamentar, hoje, qualquer político deve estar nas redes sociais para facilitar o seu contato com o público, divulgar suas ações, ou até mesmo agendar eventos. “São múltiplas as oportunidades que essas ferramentas nos proporcionam, e praticamente se tornaram indispensáveis para os que querem estar mais próximos de seu público. Se a presença física não é possível, o contato através da internet aproxima o eleitor de seu representante”, frisa.  
    
O professor da Universidade de Fortaleza e doutorando em Comunicação e Cultura Contemporânea, Eduardo Freire, ao comentar o resultado da enquete, diz que participar de redes sociais é estar disponível para a coletividade. "Quem fica fora da rede está perdendo uma parte importante da vida social da contemporaneidade. É meio parecido como ir morar em um sítio distante e ficar de certa forma indisponível para o mundo".
    
Freire ressalta que é preciso, no entanto, se adequar ao meio. Adotar uma determinada etiqueta que facilite o seu “convívio” nas redes sociais. “Da mesma forma que no trabalho a gente precisa ter uma postura, que é diferente dos comportamentos de um bar, nas redes também temos que ter atitudes que facilitem o acesso ao meio, e não nos tragam prejuízos. É preciso saber o que postar, o que expor”, pontua.  
 JS/CG

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