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Dra. Silvana cobra apuração de suposta ofensa religiosa em sala de aula

Por Ricardo Garcia
09/02/2023 11:43 | Atualizado há 9 meses

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Deputada Dra. Silvana (PL) Deputada Dra. Silvana (PL) - Foto: Junior Pio

A deputada Dra. Silvana (PL) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (09/02), os desdobramentos do caso de um professor de Filosofia da rede pública de ensino do Estado que teria proferido ofensas religiosas em sala de aula.

O episódio foi relatado pela parlamentar na sessão de quarta-feira (08/02), a partir da denúncia feita por uma aluna da Escola Telina Barbosa da Costa, localizada no bairro Messejana.

De acordo com Dra. Silvana, já foram colhidas provas do caso, que serão utilizadas no Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE). Ainda segundo ela, a expectativa é de que o órgão receba uma comissão de deputados estaduais para tratar da denúncia.

“É uma gravíssima denúncia de cristofobia. É gravíssimo dizer que um professor pode colocar a frase que quiser em um quadro, pois ele tem o poder de influenciar os seus alunos em sala de aula”, apontou.

Ainda para a parlamentar, o depoimento de pais e alunos será extremamente importante na apuração do que aconteceu. “Nós vamos juntar todas as provas e testemunhos desse episódio e eu só saio dessa história, quando ver algo sendo feito contra o responsável. É uma perseguição clara contra a fé”, ressaltou.

Em aparte, o deputado Fernando Hugo (PSD) considerou que o momento sócio comportamental do cidadão brasileiro é preocupante. “Não conheço nenhuma outra nação do mundo que passa por um momento tão sombrio, com as trevas mostrando que o amanhã será muito pior que hoje. A frase desse professor, que merece ser afastado imediatamente, emblematiza tudo o que se passa na educação do Brasil, no sentido de qualidade”, comentou.

Para o deputado Alcides Fernandes (PL), “é inadmissível se deparar com situações assim nos tempos atuais”, enfatizando que episódios como esse servem para “a sociedade se alertar que vivemos em uma guerra espiritual, que precisa ser combatida”.

Edição: Adriana Thomasi

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