Ordem do Dia

Roberto Mesquita critica gestão da saúde no Estado

Por ALECE
12/11/2015 20:56 | Atualizado há 11 meses

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Deputado Roberto Mesquita Deputado Roberto Mesquita - Foto: Máximo Moura

O deputado Roberto Mesquita (PV) criticou a gestão estadual na área da saúde e fez uma série de questionamentos sobre a atuação do governo estadual na área. O pronunciamento foi feito no tempo de liderança da sessão plenária desta quinta-feira (12/11).

Roberto Mesquita pediu explicações sobre o valor que o Governo do Estado definiu para os gastos com a saúde no orçamento deste ano. Segundo o deputado, no último ano da gestão do ex-governador Cid Gomes, houve gasto de R$ 1,6 bilhão na área. Já o governador Camilo Santana direcionou R$ 1 bilhão de reais para a área e fez contingenciamento de 20% dos gastos.

O parlamentar lembrou que o secretário da Fazenda do Estado, Mauro Filho, afirmou haver superávit nas contas do Governo. No entanto, ao longo do ano, o Executivo estadual enviou uma série de mensagens criando novas taxas e aumentando impostos.

“Eu não quero crer que o governador Camilo Santana está mais preocupado em fazer caixa no primeiro ano de governo para fazer pontes e estradas”, criticou Roberto Mesquita.

O parlamentar questionou ainda se o atual governador realmente encontrou dinheiro em caixa quando assumiu o cargo ou se o governador Cid Gomes deixou o Estado sem recursos. Ele perguntou ainda de onde virão os recursos para a construção de Acquario Ceará e da Ponte Estaiada, enquanto o Hospital Geral de Fortaleza (HGF) e o Hospital São José estão suspendendo atendimentos.

Em aparte, o deputado Audic Mota (PMDB) criticou a situação da saúde no Ceará e avaliou a situação como revoltante. Segundo ele, quando cobrado sobre os problemas com saúde e segurança, o Estado culpa a crise econômica por não ter recursos. Entretanto, são mantidos investimentos como Acquario e Ponte Estaiada.

Audic Mota informou ter questionado, durante a reunião de líderes da Casa, o fato de deputados se inscreverem para falar no primeiro expediente e, depois, não comparecerem ao Plenário. O parlamentar sugeriu que, nesses casos, o tempo seja sorteado entre os deputados presentes na sessão.
JM/GS

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