Sargento Reginauro lamenta morte de cabo da Polícia Militar
Por Luciana Meneses22/05/2024 11:51 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Sargento Reginauro (União) lamentou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) desta quarta-feira (22/05), a morte do cabo da Polícia Militar José Ribeiro.
De acordo com o parlamentar, José Ribeiro tinha 70 anos, era da reserva remunerada da Polícia Militar e foi assassinado enquanto trabalhava. “E aí vocês me perguntam o porquê de ele trabalhar já com 70 anos. Porque essa é a realidade da categoria. Aquele policial é obrigado a continuar trabalhando, por meio de segurança particular, sem qualquer amparo legal, para se sustentar, para comer, para pagar suas contas. O salário do policial cearense é um dos piores do Brasil, mesmo considerando toda a sua carreira”, apontou.
Para Sargento Reginauro, a população do Ceará está entregue à própria sorte no que diz respeito à segurança pública. “Temos um governo completamente incompetente nessa área. Prometeu na campanha que cuidaria pessoalmente do assunto, mas até hoje não teve nenhuma reunião com a tropa. Parece não se preocupar com a vida humana, com aquele servidor que sacrifica sua vida em defesa da sociedade. É só buscando likes em redes sociais, usando colar de índio, com o MST ou outras pautas ideológicas da esquerda”, criticou.
O deputado aconselhou o governador a usar o exemplo do Governo da Bahia, que adotou o reconhecimento facial para captura de criminosos. “Tem um projeto em andamento na Bahia, o governador é inclusive do PT. Pergunte quantos criminosos foram presos só esse ano lá com reconhecimento facial? Vá para cima, governador. O senhor tem uma tropa pronta pra trabalhar, mas precisa de comando”, salientou.
Em aparte, o deputado Alcides Fernandes (PL) cobrou mais celeridade na investigação do assassinato do vereador Erasmo Morais (PL), do município de Crato. “A população do Crato ainda está perplexa com o assassinato do vereador Erasmo. Inclusive avisou que estava sendo ameaçado. Cadê essa investigação? Nenhuma resposta até agora. Vamos, governador, faça alguma coisa”, cobrou.
Edição: Lusiana Freire
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