Osmar Baquit destaca participação da Alece em ações sociais
Por Lincoln Vieira02/07/2024 14:06 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Osmar Baquit (PDT) destacou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará desta terça-feira (02/07), a participação da Alece em ações sociais em prol da população.
De acordo com o Osmar Baquit, a Alece tem que participar da vida social da população e não pode viver enclausurada. "A Assembleia Legislativa precisa ser inclusiva e servir a sociedade com prestação de serviços. Será que o trabalho realizado com pessoas autistas e Síndrome de Down (SD) pela Assembleia não é importante?", indagou.
O parlamentar contestou desta forma questionamento do deputado Claudio Pinho (PDT) sobre suposto desvio de prerrogativas constitucionais da Alece ao assumir o papel do Governo do Estado na assistência social.
Osmar Baquit considerou que esse discurso é movido pela aproximação das eleições municipais em 2024. "A Alece tem ampliado seus serviços e não podemos deixar que as eleições apaguem tudo isso. O discurso da oposição não combina com a realidade. Imagine quantas crianças, mães, pais são atendidas? Dizer que precisamos de outras melhorias, ok, entretanto, não podemos ficar fora da realidade dos problemas do povo" reforçou.
Em aparte, o deputado Tomás Holanda (Avante) observou que vários serviços ofertados pela Assembleia Legislativa existem há muito tempo.
O deputado Júlio César Filho (PT) também enfatizou que há vários anos a Alece tem prestado serviços à comunidade, que têm sido aprimorados pelos presidentes da Casa. Júlio César apontou ainda que a manutenção da estrutura da Alece não impede o investimento nos serviços sociais em prol da população.
O deputado Renato Roseno (Psol) esclareceu que a política da distribuição de equipamentos para as cozinhas que atuam na produção de alimentos para pessoas em vulnerabilidade social foi construída por um grupo de parlamentares a pedido do presidente da Alece, Evandro Leitão (PT). "O presidente Evandro nos deu a tarefa de estruturar um programa de apoio as cozinhas", pontuou, acrescentando que a ação proposta foi aprovada por unanimidade pelo Plenário da Casa.
De Assis Diniz (PT) disse que quem tem fome precisa de um programa que atenda os anseios sociais no enfrentamento à fome. "Dizer que o projeto das cozinhas é inconstitucional, claro que não é", pontuou.
Já o deputado Antônio Henrique (PDT) ressaltou que não é contra a distribuição de alimentos. "O que eu disse é que esse não é o verdadeiro papel. Que seja dado de forma legitima e pelos órgãos competentes", pontuou.
Por fim, o deputado Claudio Pinho (PDT) salientou que a Alece faz a função de secretaria de assistência social de um Poder Executivo na distribuição de quentinhas. "O que eu quero é que as prerrogativas da Alece sejam respeitadas", frisou.
Edição: Adriana Thomasi/Clara Guimarães
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