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De Assis Diniz contesta denúncia sobre uso político de cozinhas solidárias

Por Lincoln Vieira
07/11/2024 12:58 | Atualizado há 9 meses

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Deputado De Assis Diniz (PT) - Foto: Junior Pio

O deputado De Assis Diniz (PT) contestou, durante a sessão plenária presencial e remota da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), nesta quinta-feira (07/11), denúncia de suposto uso político de unidade da cozinha solidária inscrita no programa Ceará Sem Fome na campanha eleitoral.

De acordo com o parlamentar, o Comitê Intersetorial de Governança do Programa Ceará Sem Fome, que gerencia as cozinhas, investigou a informação. “O comitê identificou que havia propaganda política, mas não era para o candidato Evandro Leitão, e sim para o André Fernandes”, disse De Assis Diniz. “Nós temos prova, documento e elementos que corroboram”, continuou. 

De Assis Diniz asseverou ainda que as cozinhas solidárias são gerenciadas pelo Governo do Estado e contam com o apoio do Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) e de secretarias como a de Desenvolvimento Agrário (SDA), da Proteção Social (SPS) e a Casa Civil. 

Em aparte, o deputado Stuart Castro (Avante) respondeu críticas do deputado Sargento Reginauro (União) sobre o trabalho do Governo de Elmano de Freitas na segurança pública. O parlamentar avalia que evitar a morte de uma pessoa já é motivo de orgulho. “Enaltecer a redução em São Paulo e em Goiás e não reconhecer a do Ceará é não ser leal com o povo cearense. Até o final do mandato do governador Elmano serão contratados mais de seis mil profissionais de segurança, e ainda tivemos ampliação do efetivo de inteligência, de 135 pessoas para mais de 700 profissionais”, acentuou.

Posteriormente, o deputado Pedro Lobo (PT) frisou que não houve registro de uso político das cozinhas solidárias no 2º turno das eleições municipais. “Não tivemos nenhum incidente registrado e, pela denúncia, o candidato favorecido era do PL em Fortaleza”. 

Já a deputada Martinha Brandão (Cidadania) destacou o projeto de lei n.º 2.012, de 2019, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permite o custeio das despesas de locomoção para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE) que utilizarem veículo próprio durante o trabalho. “A categoria é muito importante no Sistema Único de Saúde (SUS), na atuação e prevenção de doenças”, defendeu.

Edição: Lusiana Freire

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