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Sargento Reginauro analisa último Censo Demográfico divulgado pelo IBGE

Por Luciana Meneses
13/11/2024 12:34 | Atualizado há 9 meses

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Deputado Sargento Reginauro (União)

O deputado Sargento Reginauro (União) analisou o último Censo Demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) durante seu pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará desta quarta-feira (13/11).

O parlamentar iniciou seu discurso citando a quantidade de brasileiros vivendo em favelas, fazendo um recorte sobre o Ceará. “São 16 milhões de brasileiros residindo em favela e, no Ceará, o número de pessoas vivendo nessas comunidades cresceu 69% em 10 anos. E o que impressiona é que, nos últimos 10 anos, nosso Estado vem sendo governado justamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), aquele que promete se dedicar aos mais pobres”, observou.

Sargento Reginauro seguiu criticando a gestão do PT no Ceará e questionou o que será da população caso o próximo governador também pertença ao partido. “Se deixarem eles nesse poder por mais quatro anos, o que será desse Estado? O pobre do cidadão que acredita nessas promessas é que está pagando o preço. O Lula mesmo disse que quem começa a ganhar mais de dois salários mínimos já não vota mais no PT. Ou seja, para se manter no poder, o partido precisa manter o povo pobre”, afirmou.

Outro assunto abordado pelo deputado foi a falta de prazo explícito no edital do concurso para o Sistema de Atendimento Socioeducativo do Ceará (Seas-CE). Segundo ele, não há um cronograma com prazo definido para realização das etapas do certame. 

“Os candidatos fizeram a prova, realizaram o exame toxicológico e agora aguardam o exame psicológico, que não tem qualquer previsão de data. Quando eles vão concluir e receber a efetivação? O concurseiro cearense, muitas vezes, abre mão de uma vida profissional para se preparar para concursos públicos e merece respeito. Essas pessoas estão sem expectativa. Estou requerendo que a Casa solicite à Uece para divulgar o cronograma”, reclamou. 

Em aparte, o deputado Felipe Mota (União) lembrou que o aumento de pessoas vivendo em favela retrata a realidade econômica do povo brasileiro. “A primeira opção das pessoas é comer. Ou pagam o aluguel ou compram o alimento. Se não tivermos uma política para que essas pessoas do Bolsa Família progridam para uma carteira assinada e sair dessa realidade, não sabemos o que vai ser. Vejam as famílias vivendo próximo aos viadutos. Ou nós agimos com responsabilidade ou as favelas só crescerão”, alertou. 

Edição: Vandecy Dourado

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