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Guilherme Sampaio se manifesta sobre Projeto de Lei Antifacção

Por Ricardo Garcia
13/11/2025 11:55 | Atualizado há 4 meses

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Deputado Guilherme Sampaio (PT) - Foto: Júnior Pio

O líder do Governo na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), deputado Guilherme Sampaio (PT), se posicionou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (13/11), sobre o Projeto de Lei Antifacção, do Governo Federal, que tramita na Câmara dos Deputados e que trata do combate às facções criminosas no Brasil.

De acordo com o parlamentar, a proposição 5582/2025 prevê a adoção de ações firmes, coordenadas e inteligentes do Estado no sentido de combater a atuação do crime organizado no País, mas tem encontrado resistência de segmentos que, em sua avaliação, “dizem combater o crime”.

“O relator do projeto, deputado federal Guilherme Derrite (PP/SP), que é secretário da Segurança Pública licenciado do Estado de São Paulo, apresentou um parecer que modificava a proposta e que condicionava as investigações conjuntas da Polícia Federal (PF) com forças estaduais sobre crimes relacionados a facções criminosas a um pedido formal dos governadores. É assim que querem combater o crime organizado, inibindo a atuação das nossas forças de segurança?”, apontou Guilherme Sampaio.

Para o deputado, quem defende o relatório apresentado por Guilherme Derrite “não tem condições morais ou políticas” de debater a segurança pública no País. “Caiu a máscara da extrema-direita e de quem diz combater o crime, pois vemos pessoas bradando contra a violência e exigindo mais segurança, enquanto protegem o crime organizado”, ressaltou.

Ainda segundo o líder do Governo na Alece, há políticos tentando “espetacularizar” o debate sobre segurança pública. “Eu não vou colaborar com essa espetacularização da violência. Certas práticas que temos visto são tudo o que o povo não quer. O caminho é a seriedade, a responsabilidade, a inteligência e a atuação conjunta do Governo Federal e estaduais. Há pessoas que não têm ajudado a segurança pública e nem fortalecido os profissionais que dizem defender, e que têm sabotado a política de segurança no País”, assinalou.

Edição: Vandecy Dourado

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