Tomaz Holanda destaca a necessidade de fortalecer políticas públicas de atenção à fibromialgia
Por Giovanna Munhoz12/02/2026 10:25 | Atualizado há 1 mês
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O deputado Tomaz Holanda (Mobiliza) salientou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) desta quinta-feira (12/02), a importância de fortalecer políticas públicas de atenção às pessoas com fibromialgia, além de ampliar o acesso ao diagnóstico, tratamento e suporte psicológico.
O parlamentar assinalou que a fibromialgia é uma condição marcada por dor muscular generalizada, sono não reparador, cansaço constante e demais sintomas, que podem desencadear ansiedade e depressão. “A fibromialgia não é apenas uma dor física. É uma dor emocional pela falta de visibilidade e falta de compreensão social”, apontou.
Tomaz Holanda destacou a campanha Fevereiro Roxo, criada em 2014, dedicada a alertar e conscientizar a população sobre doenças crônicas, entre elas, a fibromialgia. “Muitos pacientes que sofrem com essa condição são taxados como preguiçosos ou são desacreditados em suas dores. Precisamos de campanhas e demais políticas de informações para esclarecer o que é a fibromialgia para a população”, frisou.
O parlamentar ressaltou ainda o projeto de indicação 19/26, de sua autoria, que está tramitando na Casa e dispõe sobre o Programa de Referência em Tratamento da Fibromialgia na rede pública de saúde do Estado. “É preciso tratar a fibromialgia com inclusão social e como um problema de saúde pública. Essa proposta busca estruturar centros especializados, fomentar pesquisas e garantir atendimento integral e de qualidade aos pacientes de fibromialgia”, informou.
O deputado enfatizou também que aproximadamente 5 milhões de pessoas no Brasil foram diagnosticadas com fibromialgia e, além de abordagens medicamentosas, a condição pode exigir abordagens não medicamentosas, como terapias.
Em aparte, a deputada Dra. Silvana (PL) parabenizou o pronunciamento do parlamentar e ressaltou a necessidade de fortalecer políticas públicas em prol do atendimento de pessoas acometidas pela fibromialgia. “Além de buscar disponibilizar profissionais especializados para diagnosticar de forma precoce, é preciso analisar a possibilidade de distribuir medicamentos na rede pública de saúde para pacientes com fibromialgia”, disse.
Edição: Vandecy Dourado
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