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Capitão Wagner aponta reivindicações de agentes socioeducativos

Por ALECE
28/06/2018 14:43 | Atualizado há 10 meses

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Deputado Capitão Wagner Deputado Capitão Wagner - Foto: Paulo Rocha

O deputado Capitão Wagner (Pros) apontou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (28/06), uma série de dificuldades enfrentadas pelos agentes socioeducativos do Estado. O parlamentar lamentou que requerimento de sua autoria solicitando a realização de audiência pública na Casa para debater a pauta de reivindicações desses profissionais tenha sido rejeitado.

Segundo o deputado, a categoria está reivindicando melhores condições de trabalho, para que possam seguir prestando um serviço digno à população cearense. De acordo com ele, esses profissionais estão nas casas socioeducativas, cuidando dos menores em conflito com a lei, com a responsabilidade de tentar fazer com que esses jovens retornem à sociedade da melhor forma.

“Infelizmente, eles estão enfrentando diversos problemas, como a defasagem de efetivo, cargas horárias excessivas, riscos à integridade física e assédio moral, o que precisa ser debatido”, assinalou Capitão Wagner.

Para o parlamentar, diante de toda essa situação, foi apresentado um requerimento para que fosse realizada audiência pública com o objetivo de discutir essas pautas, mas o pedido não foi aprovado.

“É lamentável que um governo que se diz dos trabalhadores e do diálogo não permita que uma categoria venha aqui cobrar melhores condições de trabalho. Quanto mais debate e discussão acontecer, mais viável será corrigir irregularidades”, salientou Capitão Wagner.

Em aparte, o deputado Roberto Mesquita (Pros) também criticou a gestão estadual e sua base de apoio. “O modelo que o Governo adota é o de mostrar o que é bom e esconder tudo o que é ruim, e a maioria desse Governo aqui na Casa só tem a intenção de mostrar o lado bom”, lamentou.

Já o deputado Dr. Leônidas (Patri) cobrou ponderações nas críticas. “Todo o contexto dessas reivindicações precisa ser analisado, pois nem tudo o que a categoria pede pode ser resolvido”, avaliou.

RG/PN

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