Capitão Wagner comenta sobre parto na Praça da Estação
Por ALECE12/07/2018 15:54 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Capitão Wagner (Pros) comentou, nesta quinta-feira (12/07), no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, o parto de uma moradora de rua realizado com auxílio de cinco policiais militares, na Praça da Estação, centro de Fortaleza. Segundo ele, os meios de comunicação não noticiaram o fato. “Em qualquer país do mundo, um parto em via pública seria manchete. Quero parabenizar os policiais que não se omitiram diante da necessidade da pessoa”, assinalou.
De acordo com o deputado, em época de campanha eleitoral se “se promete mundos e fundos e não se fala em aumento de impostos". Passa a eleição, jogam-se todas as culpas das mazelas da cidade na população, como lotação do Instituto Doutor José Frota (IJF) e lixo largado na rua. De novo estamos em ano de eleição e vai vir mentira a carro de mão”.
Capitão Wagner disse que circulava nos meios policiais a notícia de que seria dobrado o salário dos policiais militares. “Na LDO, no entanto, não há previsão de nenhum aumento." Conforme o parlamentar, em dezembro de 2017, em rede social, o governador Camilo Santana, disse que seria formada comissão para estudo de aumento salarial e lei de promoções dos militares. “Sete meses depois nada aconteceu. O estudo foi apresentado em fevereiro e esquecido”, afirmou.
Ainda na avaliação do parlamentar, o prefeito Roberto Cláudio está aumentando impostos para cumprir acordos que fez com os partidos de sustentação. “Não vai ter dinheiro para investir em educação e saúde, mas a população não está sabendo desses acordos”, observou.
Capitão Wagner avaliou ainda que estão utilizando dinheiro do Fundo de combate a pobreza (Fecop) para perfurar poços profundos e assegurar água com a metade da tarifa para empresas instaladas no Pecém. “Enquanto o pobre, o que mais necessita, continua desassistido de políticas públicas”.
O deputado Renato Roseno (Psol), em aparte, disse que o Ceará faz R$ 1 bilhão em renúncia fiscal, para 2018, de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias. “No entanto, há quatro anos peço que se faça a estimativa do impacto da renúncia, mas o governo não explica quem se beneficia com essa renúncia fiscal”, disse.
O deputado Roberto Mesquita (Pros) afirmou que se precisa chamar mais vezes a atenção para determinadas questões, como um parto em via pública.
JS/AT
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