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Carlomano Marques destaca necessidade de mitigar efeitos da seca

Por ALECE
27/02/2013 17:33 | Atualizado há 9 meses

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Dep. Carlomano Marques (PMDB) - Foto: Paulo Rocha

O deputado Carlomano Marques (PMDB) destacou, nesta quarta-feira (27/02), durante o segundo expediente, a necessidade de se dar maior atenção aos efeitos da seca no Nordeste. Para isso, defendeu a união da bancada nordestina para tratar das questões relacionadas às refinarias do Ceará e do Maranhão, além da Transposição das águas do Rio São Francisco e a Transnordestina. “O que falta é decisão e força política, porque a bancada federal se reúne em pequenos grupos e não luta por interesses da região”, ressaltou.

O parlamentar chamou atenção para o semiárido do Ceará, que, segundo ele, possui solo de deserto, com dificuldade de água. “Nós, homens cidadãos e homens públicos, temos a obrigação de mitigar o fenômeno do flagelo, acumulando e distribuindo água”, cobrou, acrescentando também que o homem do campo seja orientado acerca da “vocação” das localidades.

Carlomano acredita que o problema seria sanado com o estabelecimento de uma política de perfuração de poços, “porque tem que ser um tratamento perene”. Ele sugeriu que o governador, em vez de comprar mais tratores para as obras do São José ou Refinaria, utilizasse a verba para comprar equipamentos de perfuração de solo ou rochas e destinasse às prefeituras de municípios onde a situação é mais grave.

“Tem que acumular água, distribuir, dessalinizar e aproveitar a vocação da serra ou da região do Cariri”. “Ou o Brasil analisa o Nordeste como deserto ou então nunca vamos nos equilibrar”, disse.

Em aparte, o deputado Welington Landim (PSB) avaliou que o semiárido não tem outro caminho senão o da irrigação. O parlamentar relatou experiência em Israel, quando da sua viagem ao país, na qual teve a oportunidade de observar os mais variados assentamentos. “Encontramos uma filosofia de vida do povo com famílias possuindo três, quatro hectares, que sobrevivem e trabalham naquela terra inóspita, mas que tem uma capacidade tecnológica (aqueduto) adaptada para resolver o problema da desertificação”, disse, informando que lá 60% do país é deserto.

LS/CG

O deputado Carlomano Marques (PMDB) destacou nesta quarta-feira (27/02), durante o segundo expediente, a necessidade de se dar maior atenção aos efeitos da seca no Nordeste. Para isso, defendeu a união da bancada nordestina para tratar das questões relacionadas às refinarias do Ceará e do Maranhão, além da Transposição do Rio São Francisco e a Transnordestina. “O que falta é a decisão política e força política, porque a bancada federal se reúne em pequenos grupos e não luta por interesses da região”, ressaltou. 

O parlamentar chamou atenção para o semiárido do Ceará, que segundo ele possui solo de deserto com dificuldade de água. “Nós, homens cidadãos e homens públicos, temos a obrigação de mitigar o fenômeno do flagelo, acumulando e distribuindo água”, cobrou, acrescentando também que o homem do campo seja orientado acerca da “vocação” das localidades.

Carlomano acredita que o problema seria sanado com o estabelecimento de uma política de perfuração de poços, “porque tem que ser um tratamento perene”. Ele sugeriu que o governador, em vez de comprar mais tratores para as obras do São José ou Refinaria, utilizasse a verba para comprar equipamentos de perfuração de solo ou rochas e destinasse às cidades do Interior.

“Tem que acumular água, distribuir, dissalinizar e aproveitar a vocação da serra ou da região do Cariri”. “Ou o Brasil analisa o Nordeste como deserto ou então nunca vamos nos equilibrar”, disse.

Em aparte, o deputado Welington Landim (PSB) avaliou que o semiárido não tem outro caminho senão o da irrigação. O parlamentar relatou experiência em Israel quando da sua viagem ao país, onde teve a oportunidade de observar os mais variados assentamentos. “Encontramos uma filosofia de vida do povo com famílias possuindo três, quatro hectares que sobrevivem e trabalham naquela terra inóspita, porém que tem uma capacidade tecnológica (aqueduto) adaptada para resolver o problema da desertificação”, disse, informando que 60% do país são de deserto.

LS/CG

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