Dedé destaca atuação do Conselho de Altos Estudos da AL sobre o Pecém
Por ALECE29/10/2013 17:43 | Atualizado há 9 meses
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Durante o segundo expediente desta terça-feira (29/10), o deputado Dedé Teixeira (PT) destacou o trabalho do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos da Assembleia Legislativa e reforçou a importância da audiência pública realizada na última sexta-feira no Complexo do Pecém.
O deputado afirmou que o debate reuniu representantes de diversos setores do Complexo do Pecém e trouxe a oportunidade de um maior aprofundamento sobre temas relevantes. “A explanação do secretário
executivo do Conselho, Francisco Viana, mostrou as perspectivas e desafios que chegam com o complexo”, disse o parlamentar.
Dedé também falou sobre a necessidade que surge de mão de obra qualificada na região. “Foram cadastradas 95 funções, desde o nível médio para metalurgia, mecânica, soldagem, instrumentação, área administrativa e nível superior como engenheiros, médicos e nutricionistas”.
O parlamentar destacou, ainda, as visitas que uma comissão de deputados fez aos complexos portuários do Suape e de Camaçari. “A ideia é perceber nos empreendimentos de outros estados, os problemas enfrentados e assim encurtar caminhos para o Complexo do Pecém”, disse ele.
Sobre o Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos da Assembleia Legislativa, criado em 2007 e tendo como base o Conselho da Câmara Federal, o deputado afirmou que realiza um trabalho indispensável para debater temas de extrema relevância, como o Pacto das Águas; Pacto pela Vida - Drogas, um caminho para um triste fim; Pacto pela Convivência com o Semiárido; e agora, o Pacto pelo Pecém.
“Nosso objetivo é unir os setores envolvidos e construir uma estratégia para o desenvolvimento sustentável do Complexo Industrial e Portuário do Pecém. O Conselho tem técnicos muito competentes”, pontuou o parlamentar.
Em aparte, o deputado Augustinho Moreira (PV) se disse entusiasmado, mas mostrou preocupação com as exportações e o meio ambiente. “Uma preocupação minha é quanto à esteira do carvão, vamos exigir do empreendedor a solução quanto aos resíduos que vai alimentar a MPX e a siderúrgica. Quanto às exportações, hoje importamos muito mais, mas acredito que isso vai inverter quando o Complexo estiver todo funcionando”, frisou.
O deputado Camilo Santana (PT) elogiou a discussão sobre o assunto e o trabalho do Conselho de Altos Estudos. “Essa Casa fez um belo documento sobre o impacto do Pecém. O Complexo Industrial e Portuário é importante para a economia, mas é preciso olhar para a infraestrutura e para as questões sociais”, pontuou.
YI/LF
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