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Dedé destaca reconhecimento internacional ao Bolsa Família

Por ALECE
18/10/2013 15:24 | Atualizado há 9 meses

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Dep. Dedé Teixeira (PT) - Foto: Paulo Rocha

 

No primeiro expediente da sessão plenária desta sexta-feira (18/10), o deputado Dedé Teixeira (PT) destacou os avanços trazidos pelo programa federal Bolsa Família ao País, rendendo-lhe o reconhecimento internacional. Segundo ele, o programa ganhou prêmio Nobel da seguridade social, concedido pela Associação Internacional de Seguridade Social (ISSA), com sede na Suíça. A premiação acontece a cada três anos, depois de pesquisas in loco.

“Com essa premiação, a entidade dá um diploma para aquilo que a gente vem falando há alguns anos: a concretude da importância do Bolsa Família para a erradicação da pobreza extrema, da mudança significativa da vida dessas quase 14 milhões de pessoas”, comemorou. De acordo com ele, mais de 60 países tentam implementar o programa.

Contestando as críticas aos altos valores gastos com o Bolsa Família, o deputado citou dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele informou que o investimento do programa, comparado com outras despesas, como o gasto com saúde e educação, é de apenas 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O parlamentar citou ainda a lei que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde, constituindo-se como uma ferramenta a mais para buscar a aplicação dos 10% do PIB.

Dedé Teixeira afirmou que os indicadores revelam que é inegável o alcance do programa, que, assim como outras políticas públicas do governo do PT na área social, vêm contribuindo para o crescimento econômico sustentável e o amparo de milhões de pessoas. “O Brasil é outro País”, disse, ressaltando a meta do Governo em erradicar a extrema pobreza até 2014. “E vamos atingir”, garantiu.

Em aparte, a deputada Rachel Marques (PT) endossou os avanços no País. “Estamos vivendo um novo modelo de desenvolvimento a partir do combate à pobreza e desigualdade social”, disse. Segundo ela, tem havido um aumento do poder aquisitivo, gerando emprego e crescimento econômico respaldado por uma política de valorização do salário mínimo.

Na mesma linha, o deputado Mauro Filho (Pros) afirmou que não se pode tirar das pessoas a oportunidade de ter o direito a uma complementação salarial, mas defendeu, no entanto, a necessidade de capacitar os beneficiados, preparando-os para o mercado de trabalho.

O deputado Professor Pinheiro (PT) ressaltou a redução das desigualdades regionais promovida por meio de programas do Governo Federal.
LS/CG

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