Dr. Santana avalia dois anos de atividade do Mais Médicos
Por ALECE06/08/2015 15:09 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Dr. Santana (PT) avaliou os dois anos de atividades do programa Mais Médicos do Governo Federal. Segundo o parlamentar, a iniciativa começou gerando muitas críticas, mas teve uma boa avaliação. “Foram 14 mil entrevistados, e o programa foi avaliado com 92% de satisfação”, assinalou. O assunto foi levantado durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (06/08).
De acordo com o deputado, a maior parte das pessoas não conhece o funcionamento do programa. Dr.Santana explicou que são mais de 18 mil profissionais médicos, a maioria cubanos, chamados para garantir atendimento nas cidades mais distantes do Brasil, onde outros não desejavam atuar. “No começo, os médicos cubanos foram humilhados, mas, depois dessa avaliação, ficou clara a qualidade e a presteza do serviço oferecido pelo programa Mais Médicos. Hoje, a população está mais satisfeita”, ressaltou.
Dr. Santana salientou ainda que o Mais Médicos atua em três frentes. Além de assegurar atendimento nas áreas mais necessitadas, garante a formação de mais profissionais, com a criação de novos cursos de Medicina, e mais vagas para residentes. “O programa também investe na infraestrutura, com a construção de novos centros de saúde, entre outras ações”, pontuou.
O parlamentar lamentou ainda o fato de alguns municípios cearenses não terem aderido ao programa. “Em Juazeiro do Norte, sem explicação, o prefeito não quis aderir ao Mais Médicos e, certamente, a população precisa. Faço um apelo à Prefeitura para que reflita e reative os serviços de saúde, como hospitais e unidades de pronto atendimento, que foram fechadas. Também que reavalie com carinho a adesão ao Mais Médicos”, afirmou.
Em aparte, a deputada Rachel Marques (PT) destacou o aumento de repasse de verbas para o Fundo Estadual de Saúde do Ceará, anunciado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, na sexta-feira passada (31/07). “Foram 25% a mais. Ou seja, R$ 113 milhões a mais para o Estado. Com certeza, não é o suficiente, mas é um avanço muito grande”, disse.
GM/AT
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