Dra. Silvana pede recuperação imediata de trecho da CE-085
Por ALECE10/05/2019 14:20 | Atualizado há 10 meses
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A deputada Dra. Silvana (PR) solicitou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta sexta-feira (10/05), a interdição ou recuperação imediata do trecho da CE-085, que liga o município de Acaraú ao distrito de Bitupitá, em Barroquinha.
Conforme relatou a parlamentar, buracos de grande profundidade se espalham pela rodovia, conhecida como estruturante, colocando em perigo aqueles que por lá transitam. “Eu que tanto comemorei quando esta estrada foi feita pelo governo Cid Gomes, agora sou obrigada a pedir a recuperação ou interdição imediata daquele trecho para evitar que o pior aconteça. Até parece que a estrada é feita de algodão, pois não aguenta a passagem de um caminhão”, lamentou.
Dra. Silvana sugeriu ainda que não sejam aplicadas multas aos carros que transitam pelo trecho e mudem de faixa para desviar dos buracos. “É tão fácil multar o cidadão, mas atenção com a qualidade das estradas não se tem. Já que é impossível transitar por lá sem cair num buraco ou ser assaltado, que não se aplique multas para quem está apenas tentando chegar ao seu destino”, disse.
Em aparte, o deputado Romeu Aldigueri afirmou que já conseguiu a aprovação de requerimento na Casa, solicitando imediata recuperação do trecho que liga Acaraú a Jericoacoara e que o próprio governador anunciou de R$ 150 milhões para recuperação das rodovias cearenses. “O que pedimos é que se inicie pelo litoral norte, pois foi a região que mais sofreu com a intempéries este ano. Além disso, no dia 22 de junho, tem início a romaria de Nossa Senhora do Livramento, em Parazinho. Como os romeiros conseguirão chegar?”, questionou.
O deputado Heitor Férrer (SD) apontou como causa do problema a corrupção. “Não podemos admitir que uma estrada paga pelo dinheiro público só dure dois anos. As estradas viraram um sorvedor de dinheiro público e temos que fazer uma representação ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), que é responsável pela fiscalização das obras. Chuva não pode ser desculpa para qualidade do asfalto, pois na Europa chove e neva e as estradas são perfeitas. O problema é a má confecção proposital”, afirmou.
LA/AT
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