Elmano Freitas destaca manifestações por democracia
Por ALECE21/08/2015 14:24 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Elmano Freitas (PT) destacou, no primeiro expediente da sessão plenária desta sexta-feira (21/08), as manifestações pela democracia realizadas na quinta-feira (20/08) pelos movimentos sociais em todo o País. O parlamentar comentou também a denúncia de suposta corrupção feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O petista explicou que o movimento que ocupou as ruas da Capital cearense na tarde de ontem tinha, na pauta de reivindicações, uma nova política econômica, além da defesa do regime de partilha do pré-sal e dos direitos dos trabalhadores.
Elmano Freitas frisou que o PT tem a missão de apoiar a presidente Dilma, “porém, o sistema democrático em que vivemos nos dá a oportunidade de criticar aquilo que não achamos correto” afirmou. O parlamentar reforçou que está ao lado dos trabalhadores na luta pelos seus direitos.
Sobre a denúncia contra Eduardo Cunha, ele salientou que os que se opõem ao Governo Dilma Rousseff ainda não se posicionaram quanto ao tema. “O que eu percebo é que a ela se aplicam dois pesos e duas medidas. A lei foi feita para responsabilizar as pessoas pelos seus atos”, disse.
O deputado explicou que, se há denúncias de corrupção contra o PT, é a favor que se façam as devidas investigações. “E quando a denúncia recai sobre a oposição, quero que a investigação seja feita com a mesma força. Nada de se omitir e tentar facilitar. Tem que ser um peso e uma medida para todos”, acrescentou.
Em aparte, os deputados Carlos Felipe (PCdoB) e Moisés Braz (PT) também comemoraram a realização das manifestações. Carlos Felipe destacou a participação da juventude. “Essas entidades estudantis têm muita maturidade, o que faz com que compreendam esse grande momento que vivemos”, elogiou.
Moisés Braz, por sua vez, disse que mais de dois mil trabalhadores participaram do manifesto em Fortaleza, “e estavam lá para dizer que não aceitam retrocesso dos seus direitos”.
Na questão do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o deputado Audic Mota (PMDB) qualificou como “teatro”. “Foi uma denúncia seletiva, anunciada, fruto de um acordo entre Procuradoria e Governo Federal, e todas as manchetes estampam isso”, refletiu.
PE/AT
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