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Ely Aguiar destaca crise no Brasil e deficiência das políticas públicas

Por ALECE
26/04/2016 13:57 | Atualizado há 10 meses

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Dep. Ely Aguiar (PSDC) Dep. Ely Aguiar (PSDC) - Foto: Máximo Moura

O deputado Ely Aguiar (PSDC) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (26/04), a crise no Brasil e a falta de políticas públicas eficazes. “O Governo afrouxou as rédeas e a população é quem mais sofre. A situação da saúde, educação e segurança pública está simplesmente caótica em todo o País”, apontou.

O parlamentar ressaltou que, no Ceará, por exemplo, os hospitais públicos estão lotados e as pessoas que precisam de cirurgias enfrentam grandes  filas e muitas acabam morrendo antes do atendimento. “O Sistema Único de Saúde  (SUS) é para atender a população mais pobre que não tem como pagar um plano de saúde, mas mesmo com a lotação, nos hospitais foram fechados 40 mil leitos do SUS”, salientou.

Para o deputado, o sistema de segurança também passa por uma grande crise. “As recorrentes fugas nos presídios mostram que o sistema de segurança é frágil. Quem paga o preço é o povo que não pode sair de casa sem se sentir inseguro”, apontou.

Ely Aguiar criticou também o aumento dos impostos e das contas no Brasil. “A água já teve dois aumentos em quatro meses. A energia também só aumenta. Isso tudo num País de desempregados. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil está cada vez mais decrescente”, ressaltou.

O parlamentar salientou que as pequenas e médias empresas estão fechando e as grandes cortando gastos e demitindo funcionários. “A situação é complicada. Estamos pagando um preço altíssimo. Todo dia milhares de brasileiros perdem o emprego. São 11 milhões de desempregados no Brasil e  pela projeção, até dezembro, serão mais de 12 milhões”, lamentou

Segundo o deputado,  o Brasil está passando por desastre governamental e os governantes não estão fazendo nada para mudar a situação. “Um exemplo é que deveríamos debater todo dia aqui na Casa políticas mais eficazes para a saúde, educação e segurança. Mas, agora mesmo temos seis deputados no Plenário, de um total de 46. É como se estivéssemos vivendo um mar de rosas, mas a realidade é que estamos com problemas sérios e deveríamos estar tomando providências para melhorar”, assinalou.

GM/AT

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