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Odilon Aguiar anuncia debate sobre seguro-defeso

Por ALECE
08/06/2016 14:46 | Atualizado há 10 meses

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Dep. Odilon Aguiar ( PMB ) Dep. Odilon Aguiar ( PMB ) - foto: Maximo Moura

O deputado Odilon Aguiar (PMB) informou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (08/06), a realização de audiência pública, na próxima terça-feira (14/06), a partir das 14h30, para debater a suspensão do cadastramento do seguro-defeso dos pescadores.

Segundo o parlamentar, o Ministério Público do Trabalho suspendeu o cadastramento do benefício, e muitos pescadores serão prejudicados. “O seguro foi suspenso antes de qualquer recebimento dos pescadores. Se o Ministério precisa fiscalizar, deve buscar os beneficiários e cadastrar, mas suspender o cadastramento vai prejudicar muitas famílias”, afirmou.

Odilon Aguiar salientou também a importância de aumentar o número das unidades no interior do Ceará para fazer a comercialização do milho em balcão. “É preciso que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) habilite os municípios que podem comercializar o milho, para que os agricultores não sejam prejudicados”, disse.

Segundo Odilon Aguiar, apenas os municípios de Maracanaú, Juazeiro do Norte, Russas, Senador Pompeu, Iguatu, Crateús, Sobral e Icó podem fazer a venda em balcão das sacas de milho. “Temos 184 municípios e enfrentamos uma seca muito grande, mas poucos são os locais que podem comercializar o milho”, observou.

O parlamentar pediu ao governador Camilo Santana e ao presidente da Assembleia, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), que se reúnam com o Ministério da Agricultura e representantes da causa para tentar solucionar o problema. “A saca de milho está a R$ 70, sendo comercializada em poucos pontos e prejudicando muitas famílias. Precisamos resolver esse problema, porque é triste a situação dos agricultores”, disse.

Em aparte, o deputado Ferreira Aragão (PDT) observou que o presidente em exercício, Michel Temer, deveria tomar providências mais efetivas para solucionar os problemas dos agricultores no Ceará. “Mudou de presidente, mas não vejo mudança. Temer precisa se mexer e tomar alguma providência”, ressaltou.

GM/AT

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