Rachel Marques comenta chegada de pessoas com deficiência nas universidades
Por ALECE17/04/2018 16:36 | Atualizado há 10 meses
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A deputada Rachel Marques (PT) comemorou, no segundo expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (17/04), os dados referentes ao acesso a universidades para pessoas com deficiência no Ceará, pauta de matéria do jornal Diário do Nordeste.
Segundo o texto, instituições de ensino federal reservaram, pela primeira vez, 50% das vagas para candidatos negros, pardos, indígenas e com deficiência na seleção de novos alunos. Somente na Universidade Federal do Ceará (UFC), ainda segundo a matéria, cerca de 212 pessoas com deficiência ingressaram na graduação por meio das cotas em 2018.
Para a parlamentar, os dados comprovam como a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva e a Lei Brasileira da Inclusão, “ambas criadas no governo Lula e reforçadas no governo Dilma”, mudaram a realidade da população portadora de deficiência. “Essa pessoas, antes esquecidas, agora têm acesso ao ensino superior, um direito delas”, avaliou.
A petista criticou ainda o corte de recursos para a educação, em especial para o ensino superior. “Infelizmente, estamos assistindo aos cortes de recursos para a educação, principalmente para universidades públicas, atingindo todo esse trabalho que vem sendo desenvolvido. Não é justo termo prejuízos nesse sentido após avançarmos tanto”, reclamou.
Rachel Marques lamentou ainda a morte do economista Paul Singer na última segunda-feira (16/04). De acordo com ela, Singer foi um economista respeitado nacional e internacionalmente, sendo secretário nacional da Economia Solidária. “Seu trabalho repercutiu de uma forma muito importante no nosso Estado, com uma economia baseada na cooperação e no humanismo”, elogiou.
LA/PN
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