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Roberto Mesquita ressalta editorial sobre uso consciente da água

Por ALECE
20/11/2015 15:26 | Atualizado há 10 meses

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Dep. Roberto Mesquita (PV) Dep. Roberto Mesquita (PV) - Foto: Máximo Moura

O deputado Roberto Mesquita (PV) ressaltou, no primeiro expediente da sessão plenária desta sexta-feira (20/11), o editorial do Diário do Nordeste sobre o uso consciente da água.

Ao fazer a leitura do texto, o deputado salientou que não o interpretaria, pois poderia empobrecê-lo, visto que este já se apresentava de forma completa e educativa. O editorial, por sua vez, avalia a realidade do Ceará quanto ao seu abastecimento de água, pontuando ações que deveriam ser tomadas pelo Governo Estadual e Cagece, no sentido de educar a população sobre o uso da água. O texto do editorial alerta ainda para um possível colapso hídrico, caso as obras de transposição não sejam concluídas a tempo e não haja racionamento.

“O foco desse editorial deve entrar para os anais da Assembleia Legislativa do Ceará, pois se trata de uma leitura que nos mostra a realidade, educa-nos e ainda cobra dos entes públicos as políticas necessárias para esse momento de seca”, elogiou o parlamentar.

Roberto Mesquita sugeriu ainda que a Cagece não só aplique a multa àqueles que ultrapassem o uso médio do mês de outubro, mas que também beneficiem aqueles que façam uma boa economia de água. Ele também lembrou que a conclusão das obras de transposição do rio São Francisco e do Cinturão das Águas no prazo correto é de total necessidade, para que não aconteça um caos no abastecimento de água em Fortaleza.

“Será um caos se a transposição do rio São Francisco não estiver concluída em setembro de 2016. Creio que, se todos nós fizéssemos requerimentos para a presidente no sentido de intensificar as obras e os jornais continuassem com editoriais como esses, ainda seria pouco para evitar esse grande estrago que se prevê”, declarou o parlamentar.

Em aparte, a deputada Dra. Silvana (PMDB) disse que esperar que o caos se instale para tomar as devidas providencias não é uma forma correta de gestão. “Multa não é a melhor ideia. O ideal seria um racionamento educativo, para que todos tivessem ciência dessa realidade que está por vir”, opinou.
LA/CG

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