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Sarto ressalta desafio no trabalho da segurança pública do Estado

Por ALECE
02/04/2013 18:59 | Atualizado há 9 meses

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Dep. José Sarto (PSB) - Foto: Paulo Rocha

No segundo expediente da sessão plenária desta terça-feira (02/04), o líder do Governo na Casa, deputado José Sarto (PSB) ressaltou o desafio que é trabalhar a questão da segurança pública do Estado. “Quando assumi a liderança do Governo, reconheci as dificuldades e contradições que toda gestão tem. A área da segurança pública é um grande desafio para todos os governos, já que é um problema de natureza sistemática, englobando ações de repressão e prevenção”, explicou o deputado. 


De acordo com Sarto, o secretário de Segurança e Defesa Social do Estado, coronel Francisco Bezerra, virá à Assembleia para apresentar os números da secretaria e os programas para o enfrentamento da violência.
 
Dentre eles, o líder destacou o “Plano de Segurança Cidadã”, anunciado pelo prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio. O plano consiste na formação de um grupo de trabalho composto por profissionais das mais diversas áreas para realizar um diagnóstico da violência na cidade, obedecendo a um prazo de 45 dias. 

O parlamentar citou ainda a redução no número de assassinatos no feriado da Semana Santa, comparado ao do ano passado. Segundo ele, houve uma redução dos acidentes com óbitos nas estradas de 62,7%, fortalecida pelo rigor da nova Lei Seca.

GREVE ENFERMAGEM

Por fim, o deputado fez alguns esclarecimentos sobre a greve dos terceirizados da enfermagem da Cooperativa dos Profissionais de Enfermagem do Ceará (Coopen).

“O que existe é uma disputa comercial entre a Coopen e Coosaúde. A Coopen perdeu a licitação homologada no último dia 27 de março, licitação feita de forma transparente, em que concorreram cinco empresas. Duas empresas se classificaram e a que apresentou a menor taxa de administração ganhou”, disse.

Para o parlamentar, o mais grave é que a Coopen, devido ao fato de ter perdido o contrato, se mobilizou para tirar seus profissionais dos plantões dos hospitais públicos, além de proibir seus cooperados de migrar para a cooperativa vencedora.
LA/RT

 

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