Sérgio Aguiar defende adoção de energia renovável por indústrias cearenses
Por ALECE08/06/2016 14:02 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Sérgio Aguiar (PDT) defendeu, no primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (08/06), a utilização de energia renovável pelas indústrias cearenses. Para o parlamentar, as empresas que investirem em energia renovável poderão conciliar a sustentabilidade com a redução de custos, produzindo a própria energia a partir de fontes alternativas renováveis. O parlamentar também questionou decisão da presidência do Conselho de Ética do Senado em arquivar o pedido de cassação do senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Sérgio Aguiar apontou o cenário de crise em que vive o Brasil e frisou que os agentes econômicos estudam alternativas para a contenção de custos sem perder a competitividade no mercado. “Nem sempre a saída é cortar despesas. Investir para melhorar a eficiência também é preciso”, defendeu.
Ele destacou estudo realizado pela Aneel que mostrou que uma indústria localizada em Fortaleza (CE) pode economizar até 60% ao ano na sua fatura de energia investindo em uma planta solar de 350 kW de capacidade instalada.
O deputado também usou seu tempo para questionar a decisão do presidente do Conselho de Ética do Senado, senador João Alberto (PMDB-MA), em arquivar representação do PDT que pedia abertura de processo de cassação do mandato do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Ele lembrou que, no mesmo dia, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, realizou o pedido de prisão de Romero Jucá, alegando “tentativa de obstrução das investigações da Lava-Jato”.
“São duas decisões diametralmente opostas, que fazem com que o cidadão mediano não saiba em que acreditar”, criticou.
Em aparte, o deputado Danniel Oliveira (PMDB) pontuou que o Ministério Público deve investigar quem quer que seja. “Mas devemos respeitar a Constituição. Assim, não devemos julgar sem que se dê espaço para o acusado se defender”, afirmou.
De acordo com o peemedebista, “é importante que continuem as investigações, mas que as delações sejam comprovadas, para que haja um julgamento correto”.
PE/CG
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