Sérgio Aguiar manifesta preocupação com efeitos da seca e cobra políticas públicas
Por ALECE02/04/2013 17:17 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Sérgio Aguiar (PSB) manifestou, durante o segundo expediente da sessão plenária desta terça-feira (02/04), sua preocupação com o impacto da seca no Nordeste e cobrou políticas por parte do poder público. Com uma carta-manifesto em mãos, o parlamentar disse que a região vive a maior e mais devastadora seca dos últimos 40 anos e “uma das mais inclementes de todas as 73 já registradas desde 1559”.
Ainda de acordo com o parlamentar, os programas de inclusão social do Governo Federal minimizaram a fome das pessoas, evitando cenas de invasão e de saques, como em secas anteriores. No entanto, comenta ele, as políticas emergenciais de abastecimento d'água e de suprimento de alimentação animal foram absolutamente insuficientes.
“Que as medidas de socorro lançadas pela presidente Dilma possam virar uma realidade e atingir os 20 milhões de nordestinos. Muitas são as ações, mas a efetivação de políticas de combate deve ser para ontem”, acrescentou.
Segundo ele, cerca de 80% da agricultura na região sofreu e os rebanhos foram reduzidos à metade, sobretudo porque este ano os produtores já não contam com a palma forrageira, praticamente destruída por pragas na região .
Diante da calamidade social e econômica da região Nordeste, ele destacou a necessidade de ações emergenciais para os problemas da estiagem e de medidas permanentes e duradouras de fortalecimento da economia rural do Nordeste, de sua infraestrutura hídrica e de reservas para alimentação dos rebanhos.
O parlamentar destacou ainda a criação da Secretaria Nacional da Micro e Pequena Empresa, afirmando que significa um grande avanço para o segmento. Para Sérgio Aguiar, a iniciativa poderá fomentar o crescimento e proporcionar melhorias contínuas para o setor. “Não custa lembrar que são essas empresas as que giram a economia do País. Com a assistência do Governo Federal, elas podem sobreviver, fazendo com que a mortandade seja superada por políticas efetivas”, assinalou.
LS/AT
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