Ordem do Dia

Acrísio Sena contesta críticas de Soldado Noelio à situação salarial da PM

Por ALECE
05/02/2020 17:53 | Atualizado há 10 meses

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Acrísio Sena contesta críticas de Soldado Noelio à situação salarial da PM - foto : Júnior Pio

O deputado Acrísio Sena (PT) contestou, no tempo destinado a explicações pessoais na sessão plenária desta quarta-feira (05/02), as críticas do deputado Soldado Noelio (Pros) sobre a situação salarial dos policiais militares do Ceará.

De acordo com Acrísio, na sessão plenária de ontem (04/02), o deputado Noelio informou que existem no Ceará 8.500 soldados e 3.500 cabos e disse que, desse total, 33 policiais estão fora da faixa salarial, colocando isso como se fosse a realidade da tropa.

Acrísio afirmou que considera desrespeitosa a tentativa de desconstrução feita contra o governador Camilo Santana. “Chamar de ardilosa e de sem-vergonhice as propostas do Governo para as forças de segurança é algo que não faz parte do parlamento. Só quem tem alguma possibilidade de se aproveitar politicamente utiliza esse tratamento”, afirmou.

Para o deputado petista, esse tratamento tenta colocar o Governo como se fosse o responsável por trazer a insegurança para o estado do Ceará. Entretanto, no caso de uma eventual paralisação das forças policiais do Estado, conforme tem saído na imprensa, quem vai ser prejudicada é a população cearense, são a escola, o comércio, a fábrica, as empresas e praças, que não vão ter ninguém para garantir a segurança, ponderou o parlamentar. “O Governo está destinando R$ 440 milhões de reais para dar melhores condições para a segurança do Estado, e o governador Camilo Santana é quem está errado em fazer o bem ?”, questionou Acrísio.

O deputado acrescentou ainda que esse investimento do Governo do Ceará nas forças de segurança vai impactar nos outros estados do Nordeste, porque os profissionais desses estados também vão querer o mesmo. “Estamos há 22 meses consecutivos reduzindo os índices da criminalidade. O secretário de Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, está há seis meses realizando um trabalho de ressocialização da população carcerária para melhorar a vida dentro das penitenciárias, mas tem gente que acha que é 'tocando fogo' no Ceará que se resolve o problema da segurança”, declarou.

Acrísio Sena disse que é preciso apelar para o bom senso, para o diálogo, para a negociação, porque há um longo caminho a ser percorrido até 2022, e o governador Camilo Santana pensa a curto, médio e longo prazo. Para ele, o que está acontecendo é a politização sobre uma possível paralisação dos policiais militares do Ceará. 

WR/CG

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