Agenor Neto diz ser a favor da construção de novos hospitais no CE
Por ALECE23/10/2015 20:12 | Atualizado há 11 meses
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O deputado Agenor Neto (PMDB) esclareceu, durante o tempo de liderança da sessão plenária desta sexta-feira (23/10), que ele e a bancada de oposição são favoráveis à construção dos hospitais da Região Metropolitana de Fortaleza e do Vale do Jaguaribe, além do Hospital de Quixeramobim, atualmente em obras.
Entretanto, o parlamentar disse ser contrário a empréstimos que destinam US$ 6 milhões (cerca de R$ 24 milhões) para limpeza de um terreno, do total de US$ 123 milhões para a construção de hospitais. "Hoje, qualquer hospital polo enfrenta situação precária. Administrar é priorizar os recursos; primeiro para quem mais precisa, tanto as pessoas como as regiões", disse.
Agenor Neto informou ainda que os outros R$ 50 milhões serão destinados para a contratação de assessoria que o Governo do Estado já tem dentro da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Segundo ele, o Estado paga ao Instituto de Gestão e Saúde Hospitalar (ISGH) quase R$ 700 milhões por ano para fazer essa assessoria.
O deputado lembrou ter ouvido do ex-secretário da Saúde Carlile Lavor que iria cortar esse gasto e, com isso, iriam sobrar entre 120 e 150 milhões de reais para serem investidos nos hospitais polos. Mas, segundo Agenor Neto, isso motivou a saída de Carlile Lavor da Secretaria.
Durante o pronunciamento, o parlamentar ainda lembrou a afirmação do deputado Ivo Gomes (Pros) de que o Governo tem dinheiro para investir na saúde. Assim, Agenor Neto cobrou do governador Camilo Santana recursos para a implantação de UTIs neonatais para os hospitais polos do Estado e o fechamento das contas do hospital da região centro-sul.
Agenor Neto disse ainda que vai informar, em todos os municípios e regiões onde é votado, quais foram os deputados que votaram contra as emendas apresentadas à matéria aprovada nesta quinta-feira (22/10). "A luta da bancada da oposição é para que esses recursos sejam utilizados para beneficiar o povo, principalmente as pessoas que menos têm", explicou.
WR/GS
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