Ordem do Dia

Capitão Wagner aponta incoerências da atual gestão municipal

Por ALECE
05/12/2017 15:58 | Atualizado há 11 meses

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Dep. Capitao Wagner ( PR ) Dep. Capitao Wagner ( PR ) - foto: Maximo Moura

O deputado Capitão Wagner (PR) apontou, nesta terça-feira (05/12), durante o tempo de liderança da sessão plenária, incoerências do prefeito Roberto Cláudio com o discurso da época de campanha para a eleição de 2016. “O eleitor que votou no candidato Roberto Cláudio esperava que ele cumprisse o que prometeu na campanha, e não que copiasse ideias de adversários. Posicionar-se contra e, no outro dia, estar a favor demonstra a grande incoerência que existe na política brasileira”, assinalou.

O parlamentar lembrou que, em 2016, durante o debate sobre o armamento da Guarda Municipal na época da eleição municipal em Fortaleza, muitos candidatos eram contra, inclusive o atual prefeito. No entanto, citou matéria do jornal O Povo tratando da autorização por parte da Prefeitura Municipal de Fortaleza.

“Vi o candidato Roberto Cláudio dizer que seria um absurdo armar a Guarda Municipal e dar a ela uma função que é de polícia. De repente, na gestão do primeiro ano de mandato ele se contradiz, autorizando a Guarda Municipal a se armar”, destacou. O parlamentar disse que ficou surpreso, mas parabenizou a iniciativa, que, segundo ele, era de sua candidatura. “O guarda municipal tem sim capacidade de portar arma de fogo”, afirmou.

Capitão Wagner recorda que, na época, chegaram a entrar com uma ação na Justiça Eleitoral, “para tirar programa de autoria da candidatura dele". "A Justiça determinou que não mais tocássemos nesse assunto”, observou.

Na saúde, mencionou o depósito de medicamentos que o então candidato Roberto Cláudio havia garantido ter. “E nós comprovamos, através de idas no local e denúncias de cidadãos fortalezenses, que esse armazém não existia. A Prefeitura não tinha, mas sim a instituição que presta serviços à Prefeitura, instituição que é suspeita de uma série de irregularidades”, acrescentou.

Capitão Wagner registrou ainda a chegada, na Câmara Municipal, de uma propositura da Prefeitura tratando da possibilidade de regulamentação de transporte privado, como o Uber. “O dito candidato dizia que não iria permitir o Uber porque seria ilegal. Nós apontávamos que seria ilegal porque a gestão não regulamentou. E agora chega uma matéria do Palácio do prefeito que trata sobre isso. Então, uma série de contradições”, salientou

LS/AT

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