Ordem do Dia

Cavalcante contesta críticas e diz que Bolsonaro está revolucionando o Brasil

Por ALECE
13/02/2020 20:02 | Atualizado há 10 meses

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Cavalcante contesta críticas e diz que Bolsonaro está revolucionando o Brasil - foto : Júnior Pio

O deputado delegado Cavalcante (PSL) defendeu o Governo Bolsonaro, no tempo de liderança da sessão plenária desta quinta-feira (13/02), das críticas de opositores à política de paridade do preço de petróleo com o mercado internacional e ao ministro da economia, Paulo Guedes.

De acordo com o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro recebeu um país “quebrado”, “de cabeça para baixo”, onde, segundo ele, a “politicagem” o “toma lá dá cá” era regra. Ele disse que não pode deixar criar versões para queimar um governo que está “revolucionando” o Brasil.

Cavalcante destacou que muitos estão torcendo para que a atual administração federal não evolua, “pelo quanto pior melhor”. Ele disse que, mesmo como oposição ao Governo Camilo Santana, não procura ter a mesma linha de pensamento dos adversários políticos. O parlamentar declarou que busca a solução de todas as questões e não torce por erros do Governo do Estado.

Em relação à Petrobras, Cavalcante salientou que a empresa passou por situações de “trambicagem”, “corrupção generalizada”, “petrolão e lava a jato”. Ele lembrou que pessoas usavam as empresas ligadas à estatal como se pertencessem aos políticos. “A corrupção está aí e tem gente preso. Essa dolarização do preço não é de Bolsonaro, veio da irresponsabilidade dos governos passados, que usavam as empresas em benefícios próprios. Não sei como não quebrou total”, acentuou.

O parlamentar ressaltou também que o presidente Jair Bolsonaro baixou três vezes o valor da gasolina, no entanto o valor não “chega” ao consumidor. Conforme Delegado Cavalcante, o Governo Bolsonaro está dando certo e também está tentando de todas as formas pôr o Brasil nos “rumos”.

O parlamentar também contestou críticas ao ministro da economia, Paulo Guedes, por declarações envolvendo servidores públicos e empregadas domésticas, classificando-as como “mimimi”. “O governo está moralizando. Aonde chega, o Bolsonaro está sendo aprovado”, avalia.

Em aparte, o deputado Salmito Filho (PDT) concordou com o parlamentar quando disse que a dolarização do preço do barril de petróleo começou em 2002, no governo FHC. Entretanto, sinalizou que “agora cabe a ele (presidente), se quer baixar o preço do combustível, tirar a dolarização”.

 

LV/CG

 

 

 

 

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