Osmar Baquit presta esclarecimento sobre discussão em plenário
Por ALECE31/08/2016 18:29 | Atualizado há 11 meses
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Na ordem do dia da sessão plenária desta quarta-feira (31/08), o deputado Osmar Baquit (PSD) prestou esclarecimento sobre a discussão ocorrida no Plenário 13 de Maio na sessão do último dia 24. Ele leu o texto da taquigrafia da Assembleia Legislativa, em que consta que a sessão plenária daquele dia foi derrubada por conta de um desentendimento entre ele e os deputados Agenor Neto (PMDB) e Tomaz Holanda (PMDB).
O documento lido pelo deputado Osmar Baquit informa que ele teria pedido um aparte ao deputado Agenor Neto (PMDB), mas como o tempo havia se encerrado, sua fala foi feita durante aparte ao orador seguinte, que foi o deputado Renato Roseno (Psol).
Osmar Baquit utilizou ainda a transcrição da sua fala pela taquigrafia, em que ele relatava episódio ocorrido em Iguatu, para provar que em nenhum momento citou o nome do pai do deputado Agenor Neto. Conforme as notas, na ocasião, ele teria afirmado: “Eu estava em Iguatu, e não foi a população organizada, não! Foram vereadores ligados a Vossa Excelência (Agenor), e eu digo porque eu estava lá, puxada por seu tio, Zé Marmita, que estava lá e foi dizendo palavras de baixo calão. Eu estava lá, eu ouvi claramente...Deputado Tomaz, não precisa de ventríloquo não! Fale baixo...fale baixo...fale baixo”.
Ainda de acordo com o texto lido por Baquit, o deputado Danniel Oliveira (PMDB) também teria participado da discussão, proferindo as seguintes palavras: “Tome respeito, rapaz, pelas pessoas. Tenha respeito, você é baderneiro... aqui não é lugar para você fazer baderna não! Aqui não é sua casa, não! Aqui é a casa do povo cearense! Respeite os deputados, tenha respeito aos deputados, deputado Osmar. Tenha respeito aos deputados, não pode fazer isso, dizer que o deputado estrategicamente...”. Segundo o parlamentar, depois disso, a sessão foi encerrada pelo presidente, deputado Manoel Duca (PDT).
Osmar Baquit afirmou que estava no lugar dele e que não se dirigiu a ninguém e que por isso não precisa pedir desculpas. Ele adiantou que as desculpas dele eram para o que aconteceu depois do encerramento da sessão.
O parlamentar lembrou ainda que discutiu várias vezes com os parlamentares, em outras ocasiões, como com a deputada Rachel Marques (PT) e Miriam Sobreira (PDT), inclusive para defender o deputado Agenor Neto. Mas, naquela oportunidade, ele foi cortado quando falava.
Ele negou ter agredido o cidadão José Ilo e disse que, se tivesse feito, teria pedido desculpas, acrescentando que “entre a palavra de A, B ou C fica com a palavra da Assembleia Legislativa”, reportando-se à transcrição da taquigrafia.
WR/CG
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