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Ciadi retoma atividades com acolhida e bailinho de Carnaval

Por Giovanna Munhoz
23/01/2024 11:16 | Atualizado há 9 meses

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Ciadi retomada trabalhos com acolhida para as crianças e famílias atendidas - Foto: Bia Medeiros

O Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi), da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), realizou, nesta segunda (22/01) e terça-feira (23/01), acolhida com as crianças e famílias atendidas, marcando a retomada das atividades em 2024.

A coordenadora do Ciadi, Sáskya Vaz, explicou que a acolhida foi preparada pela equipe técnica do órgão e organizada para que as crianças e adolescentes possam interagir com os novos profissionais e comecem a se acostumar com a rotina. "A acolhida conta com música, piquenique e também um bailinho para que todos possam interagir juntos", disse.

Sáskya Vaz assinalou que os atendimentos do Ciadi permanecem acontecendo de segunda a sexta-feira de 8h as 12h e, durante a tarde, de 13h30 as 17h30. Na sexta-feira, o momento é voltado para trabalhar com os profissionais a evolução das crianças e famílias. "Permanecemos desenvolvendo nossas atividades junto a uma equipe multiprofissional, entre eles, assistentes sociais; enfermeiro; psiquiatra; pediatra; neuropediatra; terapeutas ocupacionais; fonoaudiólogos e demais profissionais que atendem e acompanham não apenas as crianças, mas também as famílias que são a chave para o bem estar das crianças", ressaltou.

O musicoterapeuta do Ciadi, Rodrigo Félix, frisou a importância dos momentos de interação das crianças com os profissionais, que fortalecem os vínculos de confiança e de integração social. "Trabalhamos exatamente essa interação no dia a dia de cada um. Através da música e das brincadeiras, cada família e cada criança vai interagindo e criando um círculo de diálogos necessários para o acompanhamento que é feito durante os atendimentos do Ciadi", explicou.

Creuza Matias, mãe de Enzo, de seis anos, acompanhado pelo Ciadi desde 2021, comemorou o retorno das atividades e salientou a importância das terapias e acompanhamentos na rotina da criança. "Meu filho evoluiu bastante desde que entrou no Ciadi. Ele interage, gosta de vir para o espaço, gosta dos profissionais e para nós é um momento importante de troca de experiência com outras famílias", disse.

Para Glaura Carvalho, mãe do Iury, de sete anos, o trabalho do Ciadi tem sido motivador na busca de melhorias da saúde mental da família. "Aqui além das terapias, nós trabalhamos a nossa saúde mental e podemos conhecer famílias e profissionais que nos acolhem e auxiliam", afirmou.

O Ciadi tem por objetivo oferecer atendimento a crianças de 2 a 12 anos e adolescentes até 16 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e crianças de 2 a 7 anos com Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down) a dependentes dos servidores da Casa e comunidade do entorno. O Centro oferece assistência especializada para o desenvolvimento das habilidades das crianças e dos adolescentes atendidos, além de trabalhar também com atendimentos voltados para os pais e responsáveis dos jovens. 

Edição: Lusiana Freire

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