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Um Lugar de Fala debate novo Plano Diretor de Fortaleza

Por ALECE
28/11/2025 10:32

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Nesta segunda-feira, (1°/12), às 12h, o programa Um Lugar de Fala, da Alece TV, traz à tona uma discussão crucial para o futuro da capital cearense: o novo Plano Diretor de Fortaleza. Essa é a lei fundamental que estabelece as diretrizes e orienta o crescimento, o desenvolvimento e o ordenamento territorial da cidade para os próximos dez anos. É através dele que se definem questões essenciais, como as áreas que merecem ser preservadas, a delimitação de zonas de construção, a altura máxima permitida para novos edifícios e a proteção do patrimônio histórico, cultural e ambiental.

Para enriquecer o debate, participam da edição o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Fortaleza (Ipplan), Artur Bruno, que apresenta a visão técnica e estratégica da administração municipal sobre o novo plano, e Sheila Pitombeira, doutora em Desenvolvimento e Meio Ambiente e procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), que contribuirá com a perspectiva jurídica e ambiental, focando na sustentabilidade e nos direitos coletivos.

A Câmara Municipal de Fortaleza recebeu, no mês de outubro, o texto-base da proposta do novo Plano Diretor Participativo e Sustentável da cidade. O projeto está em tramitação e recebeu diversas emendas na última semana, que desencadeou críticas de movimentos sociais, ativistas ambientais e parlamentares de oposição à esquerda.  A expectativa é que o Plano Diretor seja levado à votação final até o mês de dezembro. A aprovação da lei é um marco decisivo, pois é o documento que define onde construir, como preservar o meio ambiente e de que forma assegurar a inclusão social e o bem-estar da população.

O programa aprofunda a análise sobre o que muda efetivamente com a revisão do Plano Diretor, examinando detalhadamente suas novas propostas e implicações. Também será discutido o papel fundamental do Legislativo cearense nesse processo de aprovação, além da importância da participação da sociedade civil para a legitimidade e a eficácia da lei e o delicado equilíbrio que deve ser buscado entre o crescimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a inclusão social.

Da Redação/Com Assessoria

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