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Tomaz Holanda apresenta projetos para desenvolvimento do Sertão Central

Por Odara Creston
14/05/2026 11:50 | Atualizado há 50 minutos

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Tomaz Holanda apresenta projetos para desenvolvimento do Sertão Central - Foto: Júnior Pio

O deputado Tomaz Holanda (Mobiliza) apresentou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) desta quinta-feira (14/05), propostas de criação de uma região metropolitana no Sertão Central e melhorias no transporte ferroviário da região.

O líder do Mobiliza na Casa apresentou o Projeto de Lei Complementar 29/2025, que propõe a criação da Região Metropolitana do Sertão Central (RMSC). “Por apresentar um alto grau de desenvolvimento econômico, queremos fortalecer a integração entre os municípios. O que irá permitir um planejamento conjunto para atrair investimentos e organizar os serviços que as populações locais já compartilham, como trabalho e estudo”, defendeu.

Ele também apresentou o Projeto de Indicação 64/2026 que sugere "aumentar as opções e modernizar os meios de transporte para a população do Sertão Central, por isso estamos sugerindo a interligação dos ramais ferroviários, via VLT (Veículo Leve Sobre Trilho), aproveitando os ramais já existentes entre os municípios de Piquet Carneiro, Senador Pompeu, Quixeramobim e Quixadá”, argumentou. 

Tomaz Holanda destacou ainda a importância do projeto do Porto Seco em Quixeramobim, que prevê a integração com a Ferrovia Transnordestina e a conexão com o Porto do Pecém. “O Sertão Central ajudou a construir a história do Ceará e representa identidade, tradição e movimentação, por esse motivo devemos valorizá-lo e modernizá-lo”, argumentou. 

Em aparte, o deputado Salmito (PSB) comentou o uso da pulverização por drone. “O Governador Elmano tem feito um grande avanço, respeitando as comunidades originárias, respeitando as comunidades quilombolas e o meio ambiente", disse. 

Já o deputado Renato Roseno (Psol) falou sobre as consequências dessa pulverização por drone, especialmente no aumento de casos de câncer na população. “O grande problema dos drones é que eles são infiscalizáveis, não são registráveis, ou seja, você pode operar sem registro e podem ser utilizados como arma química”, argumentou.

Edição: Gleydson Silva

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