Audiência debate violência de gênero e contra a mulher no Cariri
Por ALECE17/09/2019 20:29 | Atualizado há 9 meses
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A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Ceará (CDHC), juntamente com o curso de Serviço Social do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), de Juazeiro do Norte, realizam nesta quarta-feira (18/09), às 18h30, a audiência pública para debater a violência de gênero e contra a mulher na região do Cariri. O debate foi proposto pelo deputado Fernando Santana (PT).
O tema faz parte do quinto Fórum de Direitos Humanos do Cariri, que acontece nos dias 18 e 19 de setembro, no Campus Unileão, em Juazeiro do Norte.
Segundo o deputado Fernando Santana (PT), a violência de gênero é a violência física ou psicológica exercida contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas, com base no seu sexo ou gênero, que impacta de maneira negativa em sua identidade e bem-estar social. “Sendo praticada principalmente contra mulheres, esse tipo de agressão vem sendo amplamente debatida na atualidade com o intuito de incentivar a criação de políticas públicas que conscientizem a sociedade sobre como identificar, denunciar e combater essa prática socialmente nociva”, afirma o parlamentar.
Na ocasião, estarão presentes o presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, Francisca Gregório de Oliveira; o titular da Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho de Juazeiro do Norte, Francisco Sandoval de Sá Barreto; a titular da Secretaria de Segurança Pública de Juazeiro do Norte, Ivoneide Antunes de Brito e a presidente da subsecção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CE) Mulher do Cariri, Derineide Barboza Cordeiro.
Também foram convidados a delegada da Delegacia da Mulher no Cariri, Débora Rogéria Gurgel dos Santos; a presidente do Conselho da Mulher, Maria do Carmo Ferreira Neta; a representante do Movimento das Mulheres do Cariri, a professora Zuleide Queiroz; o representante da Unileão, o professor Otto Rodrigo Melo Cruz e a coordenadora do curso de Serviço Social da Unileão, a professora Márcia de Sousa Figueiredo.
WT/CG
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