Oradores

Dedé Teixeira enaltece popularidade da presidente Dilma Rousseff

Por ALECE
27/03/2013 18:07 | Atualizado há 11 meses

Compartilhe esta notícia:

Dep. Dedé Teixeira (PT) Dep. Dedé Teixeira (PT) - Foto: Paulo Rocha

Primeiro orador do segundo expediente da sessão plenária desta quarta-feira (27/03), o deputado Dedé Teixeira (PT) destacou a popularidade da presidente da República, Dilma Rousseff, entre a população brasileira. “A presidente Dilma está no caminho certo, fazendo um grande governo. Não é à toa que hoje é avaliado positivamente por 79% dos brasileiros”, considerou.

Durante o seu pronunciamento, o parlamentar apontou avanços pelo governo petista, como a implantação de programas sociais – que pretendem erradicar a pobreza extrema no País até 2014 –, a criação de novos campos universitários no País e a segurança dos brasileiros no emprego.

“Setenta e cinco por cento dos nossos conterrâneos acreditam que não correm risco de demissão e 59% não têm medo de ser demitidos”, afirmou ele. Conforme acrescentou “tantas questões colocam a nossa presidente Dilma como batedora de recorde de popularidade, superando o presidente Lula”, afirmou.

Dedé Teixeira também destacou os seminários realizados em todo o País pelo Partido dos Trabalhadores (PT), em comemoração aos 10 anos da sigla no Governo Federal. “A posição do nosso líder do PT na Câmara, deputado federal José Guimarães (PT-CE), diz que o partido, ao fazer bem ao País, faz bem ao Governo”, frisou. Segundo ele, os encontros promovidos também discutem os novos desafios para o povo brasileiro.

Ainda em seu pronunciamento, Dedé Teixeira cobrou a resolução, por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), do julgamento da nova divisão dos royalties do petróleo. “É fundamental que a gente possa mobilizar as bancadas estaduais, para que o STF analise urgentemente a proposta dos royalties. Esses recursos farão a diferença no enfrentamento de questões, como a educação e a saúde”, disse.

Em aparte, o deputado Danniel Oliveira (PMDB) defendeu a divisão dos royalties para os estados e municípios brasileiros. “Para o Ceará seria uma receita de R$ 500 milhões a mais nos cofres públicos: R$ 280 milhões ficariam para o Governo do Estado e o restante seria dividido entre as prefeituras”, observou.
RW/AT

 

Veja também