Ordem do Dia

Ferreira Aragão quer mudança na lei para garantir segurança

Por ALECE
02/10/2013 15:04 | Atualizado há 11 meses

Compartilhe esta notícia:

Dep. Ferreira Aragão (PDT) Dep. Ferreira Aragão (PDT) - Foto: Paulo Rocha

Durante a ordem do dia da sessão plenária desta quarta-feira (02/10), o deputado Ferreira Aragão (PDT) destacou a necessidade de mudança no Código de Processo Penal brasileiro, que, segundo ele, facilitaria a vida dos bandidos e colocaria em risco a vida dos cidadãos.

O parlamentar apresentou números de mandados de prisão no Ceará. “São quase 60 mil e, para cumprir, seria preciso construir sessenta presídios, com capacidade para mil presos cada um, o que seria impossível”, assinalou. De acordo com o deputado, o Estado tem ainda 17 mil já presos.

Segundo Ferreira Aragão, a lei é frágil, deve ser modificada, e a mão de obra do preso precisa ser aproveitada. “Temos que buscar exemplos de países desenvolvidos. Só com a mudança na lei, o problema da insegurança pode ser resolvido”, disse.

O parlamentar citou o caso do taxista assassinado em Fortaleza depois de entregar o suspeito à polícia quando percebeu que seria assalto. “O bandido, que tinha ficha muito suja, foi solto logo, o que mostra a fragilidade da lei. Ele provavelmente se vingou do taxista, pai de família.”
YI/AT

Veja também

Deputados elogiam gestores e destacam projetos em tramitação
Ordem do Dia 21/05/2026

Deputados elogiam gestores e destacam projetos em tramitação

Autor: Guilherme de Andrade, Ricardo Garcia, Luciana Meneses e Narla Lopes
Deputados cobram melhorias para saúde, transporte de pacientes e recursos de emendas
Ordem do Dia 20/05/2026

Deputados cobram melhorias para saúde, transporte de pacientes e recursos de emendas

Autor: Guilherme de Andrade, Luciana Meneses, Narla Lopes, Odara Creston e Ricardo Garcia
Deputados debatem déficit no Corpo de Bombeiros e violência política de gênero
Ordem do Dia 19/05/2026

Deputados debatem déficit no Corpo de Bombeiros e violência política de gênero

Autor: Odara Creston, Guilherme de Andrade e Ricardo Garcia