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Internautas defendem saúde e educação como prioridades em 2016

Por ALECE
01/02/2016 13:43 | Atualizado há 9 meses

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A enquete do portal da Assembleia Legislativa realizada entre 18 de janeiro e 1° de fevereiro questionou quais devem ser as principais preocupações das autoridades em 2016. A maioria dos internautas (51,4%) elegeu saúde e educação como prioridades neste ano.

Já 32,4% consideram segurança e trabalho mais importantes. Outros 16,2% entendem que é o combate à seca e ao mosquito da dengue.

Para o deputado Ferreira Aragão (PDT), todas as opções são importantes, mas o combate ao mosquito da dengue merece atenção especial. “As doenças transmitidas pelo Aedes aegypty estão apavorando as pessoas. As mulheres não querem mais engravidar, com medo dos problemas causados pelo mosquito. Com certeza, o combate ao mosquito deve ser trabalhado e aperfeiçoado para termos melhores resultados neste ano”, salientou.

O deputado Roberto Mesquita (PV) concorda com a maioria dos internautas. Para o parlamentar, saúde e educação concentram todas as outras prioridades. “Trabalhando a educação as pessoas ficam mais bem qualificadas para o trabalho e cuidam melhor da higiene, evitando problemas de saúde”, disse.

O parlamentar também ressaltou a importância de trabalhar a segurança. “As pessoas clamam por menos violência. Espero que o fato de a segurança ter ficado em segundo plano na enquete não signifique que a população se acostumou com a violência. É preciso ter políticas públicas voltadas para uma segurança mais efetiva”, afirmou.

Para a doutoranda em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC) Paula Vieira, educação e saúde abrangem muitas coisas importantes, que devem ser priorizadas em 2016. “É satisfatório que a educação tenha vindo primeiro do que a segurança, porque parte da insegurança é a “política do medo”,  mas combater a violência não é apenas evitar assaltos, é também possibilitar a ocupação dos espaços públicos da cidade", assinalou.

A socióloga destacou também a preocupação com a seca. “O cuidado com a água não pode ficar em terceiro plano, como mostra a enquete. Deve existir uma preocupação constante com a seca, e as pessoas devem estar atentas ao uso controlado da água”, pontuou.
GM/AT

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