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Audic Mota critica aumento na taxa de iluminação pública em Tauá

Por ALECE
12/05/2022 14:59 | Atualizado há 10 meses

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Deputado Audic Mota Deputado Audic Mota - Foto: Junior Pio

O deputado Audic Mota (MDB) lamentou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (12/05), realizada de forma presencial e remota, o aumento na cobrança de iluminação pública no município de Tauá. Segundo o parlamentar, “enquanto a população cearense está estarrecida e preocupada com as cobranças abusivas da Enel, a cidade de Tauá se destaca da pior forma”.

De acordo com o deputado, o Executivo municipal encaminhou projeto para a Câmara local elevando a tarifa de iluminação pública na cidade, “mais que dobrando a tarifa”, conforme Audic Mota.

“Esse projeto passou na Câmara em tempo recorde, com poucas manifestações contrárias. Com a sociedade cearense e o País estarrecidos ainda com essa questão da Enel, como pode um poder local autorizar um aumento mega abusivo dessa forma?”, criticou o parlamentar.

Audic Mota manifestou apreensão de que o aumento sirva de exemplo para outros municípios, que “queiram fazer caixa às custas da iluminação pública”.

“Trata-se de um péssimo exemplo que vem de Tauá, que vem fazendo um verdadeiro confisco da taxa de iluminação pública”, apontou.

O deputado também expressou o seu contentamento em retornar ao MDB, comentando que a sigla foi a sua primeira filiação partidária. “Em um novo contexto eleitoral, recebi o convite da presidência estadual do partido para retornar, certo de que o partido tem um papel moderador muito importante nesse momento em que a democracia brasileira vive”, assinalou.

Em aparte, o deputado Salmito (PDT) avaliou que os parlamentares devem estar sempre conectados com os sentimentos mais urgentes da população. “É o nosso papel e o nosso dever estar na luta pela sobrevivência do nosso povo, lutando por uma saúde e uma educação pública de qualidade, para que o povo tenha condições de comprar comida, pagar transporte e se deslocar”, pontuou.

Para o deputado Carlos Felipe (PCdoB), também em aparte, não “é possível que uma cidade dobre a taxa de iluminação pública em um momento crítico vivido diante dos problemas apresentados pela Enel”.

RG/AT

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