Dr. Santana comenta rumos da proposta orçamentária para 2018
Por ALECE12/12/2017 13:45 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Dr. Santana (PT) comentou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (12/12), o comparativo feito pela deputada estadual e relatora da proposta orçamentária do Rio Grande do Sul, Liziane Bayer (PSB-RS), entre os orçamentos do Ceará e daquele estado para 2018. Ele frisou que o orçamento para o Ceará, apesar de menor, não deixa déficit e mantém as contas equilibradas.
Liziane Bayer afirmou, em participação em audiência sobre a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2018 no Legislativo Cearense, que o orçamento do Rio Grande do Sul é aproximadamente o triplo do cearense, porém as contas não estão em equilíbrio. “Lá, o valor que se arrecada é menor que as despesas, uma situação que torna o Estado refém da União”, ressaltou Dr. Santana.
O petista considerou ainda que esse equilíbrio fiscal é consequência do planejamento do Governo Camilo Santana, assim como a capacidade de realizar investimentos.
“Camilo Santana continua promovendo, e tudo está incluso no orçamento para 2018, a melhoria da infraestrutura de nosso estado, como o alargamento de estrada, construção e reforma de hospitais, além dos investimentos em educação e nas próprias pessoas”, disse.
Nesse ponto, ele destacou o programa Mais Infância Ceará, que, seguindo a linha do Bolsa Família, irá beneficiar 60 mil famílias em situação de extrema pobreza com o valor mensal de R$ 85.
O parlamentar lembrou também que a LOA para 2018 reflete uma realidade que precisa ser modificada do ponto de vista de uma mudança de perfil do Ceará. “Esses investimentos são importantes, até para o Estado se tornar mais atrativo para as empresas, que poderão se instalar aqui, pagar impostos, e que esses impostos possam retornar para a população em forma de serviços”, apontou.
Em aparte, o deputado Evandro Leitão (PDT) pontuou que o orçamento para 2018 conta com um valor de aproximadamente R$ 900 milhões para gastos com pessoal. Nesse valor, ele explicou, estão inclusos não apenas servidores em atividade, mas aqueles que ainda serão somados aos quadros do funcionalismo via concurso público.
Ele acrescentou que o equilíbrio fiscal do Ceará, “uma referência em todo o Brasil, só é possível graças à austeridade com que tratamos nossas contas, ao planejamento eficiente e continuado nas ações e nos gastos”.
PE/PN
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